quem somos

QUEM SOMOS







O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.

Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.


Direcção e coordenação: Maria João Franco.
https://www.facebook.com/mariajoaofranco.obra
contactos:
franco.mariajoao@gmail.com
+351 919276762


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Thursday, July 7, 2011

Conversas sobre Arqueologia em Leiria, dedicada ao tema “A evolução urbanística do Centro Histórico de Leiria: evidências arqueológicas”.



No Sábado, dia 9 de Julho, pelas 17h00, o mIiImo – museu de imagem em movimento, em Leiria, vai receber a segunda sessão do segundo ciclo de conferências - Conversas sobre Arqueologia em Leiria, dedicada ao tema “A evolução urbanística do Centro Histórico de Leiria: evidências arqueológicas”.

Nesta segunda sessão apresentar-se-ão três conferências que pretendem divulgar os resultados de intervenções arqueológicas, promovidas pelo Município de Leiria, nos últimos cinco anos, no quadro de projectos financiados, entre os quais o PALOR - Programa de Acção para a Regeneração do Centro Histórico de Leiria.

Título: Contributo da Arqueologia Preventiva para a história de Leiria Conferencistas: Dra. Lília Basílio e Dra. Gina Dias, arqueólogas da empresa Dryas arqueologia, Lda, responsáveis pelas intervenções no mIiImo e EPA3 - Requalificação do Espaço Público da Zona Alta do Centro Histórico.

Título: Estórias da Cidade de Leiria (I): do séc. XV ao séc. XX no Futuro Centro Cívico de Leiria

Conferencistas: Dra. Iola Filipe e Dra. Marina Pinto, arqueólogas da empresa ERA-Arqueologia, S.A., responsáveis pelas escavações do projecto DS1 - Construção do Centro Cívico e respectiva Praça Pública.

Título: Estórias da Cidade de Leira (II): do séc. XVI ao séc. XX no Convento de Santo Agostinho Conferencistas: Dra. Marina Pinto, Dra. Inês Simão e Dr. Tiago Nunes, arqueólogos da empresa ERA - Arqueologia, S.A., responsáveis pelas intervenções arqueológicas do projecto DC1 - Reconversão do Convento de Santo Agostinho.

Duração: 1h30m

A entrada é livre. Informações adicionais através do tel. 244 839 677 ou emails: vcarvalho@cm-leiria.pt ou cpintores.arqueologia@cm-leiria.pt


As Conversas sobre Arqueologia em Leiria

Nos últimos anos, o Concelho de Leiria e a sua região envolvente tem sido objecto de trabalhos arqueológicos, cujos resultados contribuem grandemente para o conhecimento da dinâmica de ocupação humana, nas suas dimensões ambientais, territoriais, políticas, económicas, sociais e culturais.

O conhecimento dos resultados desta investigação e das suas condicionantes de realização têm, por sua vez, um impacto na vida quotidiana e cultural da população que deve ser reconhecido, tornando-se cada vez mais necessárias a divulgação, avaliação e discussão públicas, tendo em vista o enriquecimento do conhecimento científico e o seu respectivo retorno social.

As conferências, que irão ter lugar entre os meses de Maio e Outubro de 2011, serão apresentadas em sessões periódicas, por arqueólogos, e/ou técnicos e investigadores de diversas áreas, numa perspectiva interdisciplinar, privilegiando o debate aberto como forma de intervenção. As sessões serão dirigidas não só à comunidade científica mas sobretudo a um público generalista, com enfoque para os munícipes de Leiria.

Neste 2º ciclo de conferências Conversas sobre Arqueologia em Leiria serão realizadas quatro sessões temáticas, de entrada livre, que decorrerão em vários locais da cidade de Leiria. Com esta iniciativa procura-se incentivar o envolvimento da comunidade na discussão de questões relacionadas com o Património Cultural e divulgar os resultados das intervenções arqueológicas realizadas nos últimos anos no concelho de Leiria.

Leiria, 5 de Julho de 2011

Oficina de Arqueologia - Casa dos Pintores;
Div. Museus, Património e Bibliotecas; Câmara Municipal de Leiria
244 839 677 244 839 500 - 662

Saturday, June 25, 2011

ROSA AZEVEDO / cursos de literatura



CURSO DE LITERATURA PORTUGUESA SÉC XX

CAFÉ FÁBULAS, CHIADO, LISBOA
Calçada Nova de São Francisco 14 - Lisboa
3ª e 4ª das 19h às 20h30
de 28 de Junho a 12 de Julho
Jantar convívio e balanço do curso dia 14 de Julho às 20h

55€ com oferta de dois aperitivos à italiana (no Fábulas às terças)




1ª sessão - final do século XIX abertura para as vanguardas do séc. XX
2ª sessão - Modernismo
3ª sessão - Surrealismo
4ª sessão - Neo-realismo Existencialismo poesia de intervenção
5ª sessão - Novos autores

Inscrições:
rosa.b.azev@gmail.com


CURSO DE LITERARTURA PORTUGUESA SÉC XX
SARA GARCIA DIRECTORA


tlm: 965 745 366

MÉTODO DeROSE CASCAIS


Travessa Emídio Navarro, nº 6, 2750-493 Cascais



2 e 9 de Julho (sábados)

das 15h às 17h30

50€

1ª sessão: final do século XIX abertura para as vanguardas do séc. XX Modernismo Surrealismo

2ª sessão:Neo-realismo Existencialismo poesia de intervenção Novos autores


Inscrições:
rosa.b.azev@gmail.com


http://www.estoriascomlivros.blogspot.com/
http://www.arco-iris-de-sombra.blogspot.com/


Monday, June 20, 2011

El siglo dorado de la pintura portuguesa .





Domingo, 19 de Junio de 2011 00:10 hoyesarte.com

Después de su éxito en el Museo Nacional de Arte Antiguo de Lisboa (MNAA), mañana martes se presenta en el Museo Nacional Colegio de San Gregorio
 de Valladolid Primitivos. El siglo dorado de la pintura portuguesa. 1450-1550, una gran exposición que dará a conocer en nuestro país la magnífica pintura portuguesa sobre tabla de los siglos XV y XVI.










La muestra reunirá una selección de 48 tablas al óleo procedentes de diversas colecciones del país vecino, entre las que se encuentran algunos de los retablos más bellos de la época, junto con obras mucho menos conocidas que se han restaurado y dado a conocer gracias a este proyecto.




Magníficas colecciones
A través de un discurso expositivo basado en un criterio cronológico, Primitivos combinará esa secuencia con la agrupación de las obras en función de sus similitudes y diferencias estilísticas e iconográficas con el fin de documentar y cuestionar los conceptos de originalidad e identidad nacional que tradicionalmente se han asociado a este brillante ciclo creativo portugués, iniciado por Nuno Gonçalves y continuado por los pintores de la primera mitad del siglo XVI, como Francisco Henriques, Jorge Afonso, Gregório Lopes o Cristovão de Figueiredo, entre otros.
La muestra de Valladolid permitirá mostrar, por primera vez en España, las obras más sobresalientes de esta "edad dorada". El aliciente es aún mayor teniendo en cuenta que son tablas que apenas abandonan sus sedes por razones de conservación. Estamos, casi con toda seguridad, ante una de las exposiciones portuguesas más importantes de los últimos 20 años.
Ocasión única
Comisariada por los especialistas José Alberto Seabra y Joaquim Caetano, conservadores del MNAA, acompañados por María Bolaños en su edición en Valladolid, la exposición es una ocasión única para revisar y actualizar los estudios sobre los denominados “Primitivos Portugueses”, pero sobre todo, para los españoles, es una oportunidad irrepetible para conocer de primera mano estas magníficas colecciones.
Esta muestra forma parte de un proyecto de colaboración, en el marco de las relaciones bilaterales de los museos hispano-portugueses, que tendrá su continuación en una exposición de la colección del Museo Nacional Colegio de San Gregorio que se celebrará en el MNAA en 2012.



Encarnación de la identidad nacional
Primitivos.



El siglo de oro de la pintura portuguesa es una exposición organizada por el Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa en el marco de las Conmemoraciones del Centenario de la República Portuguesa (1911). Tiene una marcada intención simbólica pues conmemora, asimismo, el “descubrimiento” en el alba del siglo XX de la pintura renacentista portuguesa, encumbrada como encarnación de la identidad nacional.
La muestra está concebida como una revisión del mito, y tras un proceso de investigación conceptual y técnico, propone un diálogo con la identidad portuguesa, una relectura actualizada de un ejemplo estelar de la primera modernidad artística europea, convertida en un inmenso campo de investigación.
El conjunto de obras de arte expuesto es de la máxima calidad, realizadas en un momento en el que el Portugal de los Descubrimientos se encontraba en plena experimentación científica y cultural y alcanzaba también su máxima irradiación cosmopolita. También en el arte, entre 1450 y 1550, el país vive una hora de esplendor. Es su Siglo de Oro.
Como explica María Bolaños, "la exposición muestra ese momento de audacia en el arte, una especie de Año Cero en la historia de la pintura, en el que los pintores inventan un mundo nuevo, cuyos escenarios, aunque describan el paraíso o el infierno, se localizan en entornos terrenales y visibles habitados por una humanidad de carne y hueso. Una pintura compleja, cuya riqueza viene dada por la fantasía narrativa, la elegancia de sus líneas, la brillantez cromática, el soberbio realismo de sus rostros, el ambiente heroico, los fabulosos fondos de paisaje, la abundancia de símbolos y el gusto por las anécdotas, las menudencias, los gestos, los objetos, los adornos, etc.".



Valladolid. Primitivos.


El siglo dorado de la pintura portuguesa. 1450-1550.

Museo Nacional Colegio de San Gregorio .
Del 21 de junio al 2 de octubre de 2011.
Comisarios: María Bolaños, José Alberto Seabra y Joaquim Caetano.


Thursday, June 9, 2011

surreal nacional



Agora é que é!
Todos ao Surreal Nacional. Um dia surrealista organizado por mim e pela RDA com workshop sobre surrealismo português, experimentação de técnicas surrealistas e filme.


Tudo gratuito menos o jantar a 3€!


Vamos ter Cesariny, Pacheco, O'Neill, Mário Henrique Leiria, António Maria Lisboa e outros. Vamos ter surrealismos e dadaísmos e outros ismos inventados por nós.


Vamos conviver surrealisticamente.

Vamos pensar surrealisticamente.

Vamos surrealisticar.

Podem vir à tarde ou à noite ou à tarde + noite.

Podem vir ao contrário.

Podem não vir.


SURREAL NACIONAL

18 Junho 2011

16h - 23h30

16h - 19h

Workshop

O antes o durante e o depois - a literatura surrealista em Portugal

As técnicas surrealistas - visão e experimentaçãoLeitura de textos


19h30

Jantar surreal


21h30

FilmeAutografia / Verso de Autografia, de Miguel Gonçalves Mendes, sobre Mário Cesariny


Tudo no Regueirão dos Anjos, 69, em Lisboa.
www.estoriascomlivros.blogspot.com

Sunday, June 5, 2011

Cristina Oliveira










Cristina Oliveira
Tango 4.2
Galeria do Desassossego
4 Junho 19:00
Cristina Oliveira expõe um conjunto de trabalhos desenvolvidos em técnica mista, explorando o tango como elemento de plasticidade universal.Tango 4.2 convoca toda a voluptuosidade envolvente na expressão artística do tango, transferindo sensualidades encontradas na músi-ca e dança para a expressão plástica. As obras permitem assim per-correr novos rumos de interpretação e fruição.

Wednesday, June 1, 2011

VI Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja




No âmbito do VI Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja a
Galeria do Desassossego exibe no dia
1 de Junho pelas 22:30 o filme


Padrinhos de Tóquio


de Satoshi Kon

Tuesday, May 24, 2011

José Pádua no CCCMaior



PINTURA

MESTRE JOSÉ PÁDUA

CAMPO MAIOR, DIA 11 JUNHO, 16.00 HORAS

CENTRO CULTURAL DE CAMPO MAIOR

Sunday, May 15, 2011

Desta feita no Chapitô: "É preciso ler uma biblioteca para escrever um livro?"



Chapitô


PARA ACABAR DE VEZ COM A LEITURA



1ª sessão: "É preciso ler uma biblioteca para escrever um livro?"

25 de Maio, 22h


Moderação: Rosa Azevedo

Convidados: Juva Batella, Sara Figueiredo Costa, Rui Zink, Afonso Cruz




O que é isto de escrever? Todos escrevemos, em cadernos, no computador,em guardanapos de papel. Fazemos listas de compras, deixamos recados no frigorífico e no bolso das calças. Escrevemos livros, textos, poemas, cartas de amor. Mas o que faz de nós um escritor? O que é isso de ser "escritor"? Onde está a linha que nos separa de Cervantes, Borges, Pessoa? Será realmente preciso ler uma biblioteca para escrever um livro? Que biblioteca é essa? Qual é a linha que separa um exercício de escrita de um texto que merece ser lido? Vamos pensar a escrita naquilo que ela tem de mais essencial: a comunicação. Vamos tentar perceber qual é o lugar da escrita.


encontro com as palavras




Livraria Pó dos Livros
Av. Marquês de Tomar 89A
1050-154 Lisboa



20 de maio de 2011

18:00



Participação:
VERA LÚCIA DE OLIVEIRA
Poeta, Ensaísta e Professora na Facoltá di Lettere e Filosofia, Universitá degli Studi di Perugia, Itália.
VICTOR OLIVEIRA MATEUS
Poeta e Ensaísta.
FILIPA BARATA
Doutoranda na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Conversas Literárias:
- A problemática da tradução em Poesia.
- “A poesia é um estado de transe”, o mais recente livro de Vera Lúcia de Oliveira.
- A Poesia de Miguel Torga.

apoio:
CLEPUL
( Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas
e Europeias da Faculdade de Letras de Lisboa.)

Thursday, May 12, 2011

José Macedo / "Os Sons da Bigorna" na Galeria Municipal D. Dinis




José Macedo / Fénix Arte e Fundição em facebook.com











Escultor José Macedo












OS SONS DA BIGORNA
desenho e escultura de


JOSÉ MACEDO


de 8 de maio a 12 de junho
na Galeria Municipal D.Dinis
em Estremoz




info:




José Macedo nasceu no Funchal em Abril de 1964.
Concluiu o ciclo de Bacharelato em Artes Plásticas pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa em 1991, e licenciou-se em Escultura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa em 1994. Em 2003 prestou Prova Pública de Mestrado em História da Arte pela Universidade Lusíada de Lisboa. Cursou uma especialização em Escultura em Bronze pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Sevilla, Espanha, em 2004. Ingressou no Ensino em 1993, na Escola Profissional da Região do Alentejo, Estremoz, e desde 1998 até 2009 na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, na área tecnológica da Escultura em Madeira e Metal, e onde exerceu as funções de Técnico entre 1996 e 1998.
A par da actividade docente e da escultura contribui na área da ilustração, do desenho, e da medalhística, e na participação e organização de Cursos e Simpósios. Colaborou no projecto A Fundição Artística, un Campo de Innovación Educativa de Cara a la Confluencia en un Espaço Europeu de Ensenhanza Superior, na Universidad de Sevilla. Foi co-autor do projecto Unidade Criativa, no âmbito da Formação, Creação e Investigação no domínio da escultura fundida, em parceria com o Escultor Miguel Martinho, entre 2004 e 2010, em Tavira. Além de trabalho de colaboração com os escultores Soares Branco, Dorita de Castell-Branco, António Trindade, Fernando Fonseca e Jorge Vieira, mantém actividade artística autónoma, contando com 54 exposições e alguns prémios.
Além das colecções privadas está representado em algumas institucionais: Centro de arte Contemporânea, Palácio da Cerca – Almada; Caixa de Crédito Agrícola de Estremoz; Direcção Regional dos Assuntos Culturais – Funchal, Madeira; Casa do Sal – Angra do Heroísmo, Açores; Sindicato In-dependente dos Médicos, Lisboa; Casa da Cultura do Município de Santa Cruz, Madeira; Centro Cultural John dos Passos – Ponta-do-Sol, Madeira.


A mostra vai estar patente até 12 de Junho,

sendo a abertura diária e a entrada gratuita.
Uma organização da Câmara Municipal de Estremoz,

através do Museu Municipal de Estremoz Prof. Joaquim Vermelho.

Wednesday, May 4, 2011

Poesia na Galeria do Desassossego







Cátia Naia declama

Cátia Naia e outros

actividade integrada em

Noites de Poesia da Galeria do Desassossego.

Dia 4 de Maio - 4ª feira - 22:30

Galeria do Desassossego


Monday, May 2, 2011

Hilário Teixeira Lopes







HILÁRIO TEIXEIRA LOPES


pintura



Em Tempo de Criatividade,A Expressão de Sentimentos
no MAC - Movimento Arte Contemporânea



A inauguração da exposição individual de


HILÁRIO TEIXEIRA LOPES,

Em Tempo de Criatividade A Expressão de Sentimentos,

tem lugar no dia 3 de Maio, terça-feira, pelas 19.00 horas,

na Av. Álvares Cabral, 58-60 em Lisboa.




A exposição, conta com onze obras originais

produzidas entre 2010 e 2011

e estará patente ao público até 27 de Maio de 2011.


+info www.movimentoartecontemporanea.com


Sunday, May 1, 2011

Eduardo Santos Neves na SPGL








faça duplo click sobre a imagem acima, para obter tota a informação




Saturday, April 30, 2011

dia da Mãe na ARQUIVO



Thursday, April 28, 2011

ATT galeria de arte



Wednesday, April 27, 2011

José Luís Tinoco na LM galeria de arte






"Idades do Corpo"

José Luís Tinoco


Nasceu em Leiria em 1932. Estudou Arquitectura no Porto e diplomou-se na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Iniciou a sua carreira muito cedo como arquitecto e teve vários projectos realizados nas décadas de 50, 60 e 70.
Ao mesmo tempo, participou na evolução da música jazz no nosso país como pianista do quarteto do Hot Club de Portugal e como compositor e autor de canções e música instrumentais para cinema, teatro e televisão. Tem vários discos editados.
Começou a expor pintura com regularidade na década de 80. À sua actividade de pintor, José Luís Tinoco tem associada a ilustração, cartoon e artes gráficas. Salientam-se, entre outros trabalhos, a intensa colaboração com os CTT, traduzida na criação de mais de duzentos selos postais. Dedicou-se igualmente ao design de mobiliário, cenários e figurinos para bailado e fez uma breve abordagem à foto-animação.

Filho da pianista, professora e directora da ProArte de Leiria, Maria Carlota Tinoco (1903-1980) e de Agostinho Gomes Tinoco (1896-1969), docente e reitor do Liceu de Rodrigues Lobo de Leiria, organizador das Horas de Arte [na década de 30], e director do Círculo de Cultura Musical e do Museu e Arquivo Distrital de Leiria.
Cresceu num ambiente em que a música e as artes visuais estiveram sempre presentes: os seus tios, Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), pintor, cenógrafo e figurinista e Maria Isabel de Mattos e Silva (1918-2007) que foi bailarina e professora de ballet clássico. O irmão de J. L. Tinoco, João José Tinoco (1924-1983) foi arquitecto.
J.L. Tinoco é também pai do designer gráfico e ilustrador, João Tinoco e do compositor Luís Tinoco.
Arquitectura
Em 1948, com apenas quinze anos de idade, José Luís Tinoco ingressou no curso de Arquitectura da Escola Superior de Belas Artes do Porto. Antes de completar o curso, mudou-se para Lisboa, onde se diplomou (ESBAL).
Iniciou a sua carreira muito cedo projectando uma moradia no Restelo, em Lisboa, que mereceu uma nomeação para o Prémio Valmor. Seguiu-se um grande número de projectos realizados entre 1954 e meados dos anos 70.
Música
Avesso a qualquer aprendizagem musical, começou a tocar de ouvido ainda criança. Nos anos 40 tinha já um repertório baseado em temas de filmes musicais e nos boogies.
Em 1951, fez a sua estreia na rádio no Porto. Mais tarde, tocou com a Orquestra Académica de Coimbra e com o conjunto de Heinz Wörner.
Desde os primeiros tempos em Lisboa, foi presença assídua no Hot-Club, tocando piano e contrabaixo. Foi pianista do primeiro grupo a actuar regularmente com o saxofonista Jean-Pierre Gebler.
No início da década de 70, participou em alguns festivais RTP da canção, assinando a música e a letra de canções (como “No Teu Poema” ou “Os Lobos e Ninguém”), ou em parceria com os outros escritores. Em 1975, compôs e escreveu a letra da canção “Madrugada”, vencedora da edição do Festival e que representou Portugal no concurso da Eurovisão, em Estocolmo.
No ano seguinte, gravou o seu primeiro trabalho discográfico, Homo Sapiens - com o grupo Saga. Neste álbum, Tinoco compôs e instrumentou a totalidade dos temas, assinou alguns dos poemas e interpretou um conjunto de instrumentos (piano, sintetizador, órgão e guitarras).
José Luís Tinoco compôs também música instrumental para cinema, teatro, televisão e suporte de poesia declamada.
Pintura
Desde sempre seduzido pela representação da figura humana, a sua pintura passou do neo-realismo a uma figuração fragmentada que o conduziu à abstracção.
De uma prática espaçada (exercida nos intervalos da arquitectura e da música), Tinoco passou nos anos 80 a uma actividade continuada e, em 1986, realiza na Fundação Calouste Gulbenkian, uma exposição individual abarcando o período abstracto de 1982/85. Dentro da mesma via executa posteriormente uma série de telas denominadas “Passagens” e “Jardins”.
Nos anos 90 regressa à figuração numa abordagem crítica concretizada na série “Crucifixões” e “Descida da Cruz” – exibida em 1998 numa exposição antológica no Palácio das Galveias, Lisboa e na Galeria 57, Leiria. No mesmo ano, expõe no Palácio Nacional da Ajuda a série “Aproximações a seis tapeçarias”.
Numa exposição posterior, “Figurações 93/2003” (Galeria 57, 2003) permanece a temática da violência, alargada com a presença de personagens a que chamou performers – intérpretes. No mesmo ano realiza na Sociedade Nacional de Belas Artes e na Galeria 57 outra exposição individual em que, a esse elenco, acrescenta o tema “Exercícios sobre a solidão”.
O seu trabalho está representado em várias colecções públicas e privadas no país e o estrangeiro. Foi várias vezes premiado.

Exposições individuais:

Fundação Calouste Gulbenkian, 1986
Galeria São Bento, 1987
Sociedade Nacional de Belas Artes, 1989
Galeria Triângulo 48, 1989
Galeria da Praça, Porto, 1989
Sociedade Nacional de Belas Artes, 1990
Gal. Carvalho Araújo, Lisboa, 1990
Gal. Belo-Belo, Braga, 1992

Casa de Cultura de Fafe, 1992
Gal. De Arte Roca, Marinha Grande, 1993
Gal. Belo-Belo, Braga, 1997
Palácio Galveias, 1998
Galeria 57, Leiria, 1998
Palácio Nacional da Ajuda, 1999
Soc. Nac. Belas Artes, 2003
Galeria 57, Leiria, 2003
Edifício Banco de Portugal, Leiria, 2004
Galeria 57. Leiria, 2005
Galeria LM, Sintra, 2006
Galeria 57. Leiria, 2007
Galeria LM, Sintra, 2008
Consulado do Portugal em Macau, 2008
Galeria 57. Leiria, 2009
Galeria LM, Sintra, 2011
Exposições colectivas:
O Jazz e os Artistas Contemporâneos – Gal. Pórtico, 1956
Poesia Ilustrada – Fac. de Letras de Lisboa, 1957 (1º Prémio)
Colagem e Montagem – Soc. Nac. de Belas Artes, 1975
Papel Como Suporte de Expressão Plástica – Soc. Nac. de Belas Artes, 1978
Arte Moderna – Soc. Nac. de Belas Artes, 1978
Arte Portuguesa Hoje – Soc. Nac. de Belas Artes, 1980
10º Ano do 25 de Abril – Soc. Nac. de Belas Artes, 1984
Homenagem dos Artistas Portugueses a Almada Negreiros – Gal. Almada Negreiros, 1984
Colagem, Tapeçaria, Gravura e Objectos - – Soc. Nac. de Belas Artes, 1985
III Exposição de Artes Plásticas – Fundação Calouste Gulbenkian, 1986
Arquitectos Artistas – Gal. Casino do Estoril, 1986
Paisagem Revisitada – II Bienal dos Açores, 1987
Exp. de Homenagem a Luís Dourdil – Gal. Casino do Estoril, 1990
Salão de Outono – Gal. Casino do Estoril, 1990
Exponor – Matosinhos, 1990
Bienal de Óbidos – Óbidos, 1991
Pintores de Lisboa – Gal. Belo-Belo, 1996
Obras Sobre Papel – Soc. Nac. de Belas Artes, 1997
Bienal de Leiria – Leiria, 1997
Figurações (em grupo com N.S.Payo, J.Paulo e S.Bárbara) – Soc. Nac. de Belas Artes, 1997
100 Anos 100 Artistas – Soc. Nac. de Belas Artes, 2001
O Jazz e os Artistas Contemporâneos – 50 anos depois, Galeria LM, Sintra, 2006
Depoimentos de Nuno San-Payo e Sílvia Chicó:
Sobretudo arquitecto, sobretudo compositor musical, sobretudo pintor, José Luís Tinoco é (sobretudo) um artista (...) lançando-se audaciosamente num espaço sem princípio nem fim, onde a razão cede ao improviso arrebatador, onde a prudência dá lugar à aventura e a certeza do êxito ao risco do desaire.
Nuno San-Payo, pintor – catálogo Acervo Câmara Municipal de Leiria Galeria Municipal – Centro Cultural de Sant’Ana 2003/2004



Se algo pode caracterizar a actual pintura de José Luís Tinoco, se algo serve para definir este particular momento de criação, esse algo é sem dúvida um enorme sentido de libertação que a sua pintura transmite.
Obra de extrema sensibilidade cromática em que os mundos de Bonnard e de Klimt por vezes nos surgem, acontece agora na pintura de Tinoco um outro momento: o de passagem a um espaço maior e menos conotado com o paisagismo abstracto, em que uma estrutura, ainda que apenas levemente insinuada, sugeria linhas de terra e linhas do horizonte, deixando para segundas leituras os valores cromáticos que eram complementarmente tão significativos como essa sugestão de espaços reconhecíveis.
Sílvia Chicó, critica de arte – catálogo Acervo Câmara Municipal de Leiria – Galeria Municipal – Centro Cultural de Sant’Ana 2003/2004


Sunday, April 24, 2011

SERAFINS pintura de Tomás Borba Vieira



Wednesday, April 20, 2011

O Nariz



Recreio dos Artistas
O Nariz - Teatro de Grupo
Sexta, 22 Abril




Exposição - Cerâmica - 21h30(trabalho resultante da Oficina de Olaria)









Teatro - "Pedaços de comida" - 22h30(Área de Projecto em Teatro -


5º Semestre da Licenciatura em Teatro

Departamento de Artes Cénicas

da Universidade de Évora - Projecto de João Bandeira)





Sinopse"(Algures quem sabe a presença do autor do que estou aqui a dizer de cor, tão mudo como qualquer um de vozes, ou não, pode estar morto, na mesma mudo, igual no que respeita a vozes). Nós aqui contemporâneos uns dos outros, seremos sempre os mesmos, passe o tempo que passar, seremos sempre os contemporâneos da voz que é proferida, não saímos disto, e provavelmente não seremos mais do que isso. Um caixão, em suma, diz o autor deste texto." O que significa afinal "mudar"? Trocar de direcção, alterar, transformar? Ou ficar "mudo" e calado, preso, sem conseguir dizer o que se quer deitar cá para fora? O personagem revolta-se contra o sistema que lhe controla a "fome", dando-lhe tudo o que é preciso - apenas o essencial. Mas, esta revolta existe apenas dentro das paredes de sua casa. Apesar de todas as interrogações, as alternativas fora da ordem estabelecida, a que todos correspondem, numa rotina diária, constante e permanente, de casa para o trabalho e do trabalho para casa, apesar da indignação, será que vale a pena trocar o certo pelo incerto? O tecto pelo relento?Vale a pena "mudar"? Ou ficar "mudo"? O conformismo tem a vergonha da consciência da escolha.
Ficha Técnica

Adaptação do texto "Comida" de Miguel Castro Caldas
Encenação e Interpretação: João Bandeira
Dramaturgia: Ana Tamen e João BandeiraCenografia,
Caracterização e Figurino: João Bandeira
Desenho de Luz: João C. Alves
Operação de Luz: Tânia Chita
Apoio Técnico: Joana Velez e Tânia Neto
Cartaz: Sónia P. RamalhoImagem
Cartaz: "Due vecchi che mangiano" de Francis Goya
Coordenador de Projecto: Tiago Porteiro
Agradecimentos

Miguel Castro Caldas, Ana Tamen, Tiago Porteiro, João Alves, Joana Manuel, Sónia Ramalho, Joana Velez, Tânia Neto, Sofia Pereira, Francisco Sá Pessoa, Tânia Chita e O Nariz- Teatro de Grupo



Música - 23h30
LEIRIA - Zona Industrial dos Pousos - Charneca da Touria - Travessa Florbela Espanca
http://www.facebook.com/onariz.teatro

Tuesday, April 19, 2011

AIBACC/Colectiva na Galeria Patricia Muñoz



Lunes de 17 a 20h
Martes a Viernes de 10 a 13 h y de 17 a 20 h
Sabados de 10 a 14 h
Las inauguraciones puede darse en otros dias y horarios.


Colectiva AIBACC y Fondo de Arte
Exhibition: April, 19 to May, 3, 2011
Opening: April, 19, 2011 from 20,30 h

Oscar Amoros, David Angelini, Genis Aymerich, Jorge Berlato, Jordi Brualla, Lluis Cadafalch, Isabel Carvalho, Fernando Douglas, Adriana Exeni, Renato Fancellu, Griselda Ferrandez, Maria Joao Franco, Isembard Garcia, Ignacio Habrika, Nurith Hassinger, Lola Iturriaga, Peca Joyas, Manuel Lopez Calvo, Hani Marco, Hugo Martinez, Sergio Moreno, A. Moyano, Patricia Munoz, Katia Muñoz, Pons Tello, Elisabeth Queen, Ana Maria Rebollo, Anny Ribeiro, Raul Rodriguez, Sannav, Patricia Serrano, Anna Valls, Elisabeth Vela, Alfonso Vidal, Pao Kuei Wang y Juan Carlos Zeballos.


ULTIMOS DIAS / LAST DAYS

Certamen Internacional Artes Plasticas en Microformato Galeria dArt i Disseny Patricia Munoz

info@galeriadartpatriciamunoz.com
www.galeriadartpatriciamunoz.com

C/ Latorre 122 - 124 b 2nd. 08201 Sabadell. Barcelona. SP
Tlf. (+34) 687896010 / (+34) 931686300

Wednesday, April 13, 2011

O NARIZ_Teatro de Grupo


Recreio dos Artistas

O Nariz - Teatro de Grupo

Apresenta: Sexta, 15 Abril - Música - 22h

Abertura surpresa + DKOM + sombraDKOM

David Silva

António Repolho

"april is that kinda month"

_______________sombra_____________

David Sardinha - Baixo eléctrico, bandolim eléctrico

Tiago Cardoso - Voz, Guitarra eléctrica, samples

Wilson Fernandes - Bateria


O projecto "sombra", (ex-Mandrágora) formado em 2010, é um trio de rock que explora as ambiências psicadélicas, riffs pesados, ritmos hipnotizantes, melodias introspectivas e emocionais, fazendo uso de samples e software em conjunto com os intrumentos clássicos da música rock.Passando de momentos expansivos que apelam ao imaginário baseado em arquétipos e mitologia à agressividade primordial - extremos sensorial/emocional - levam o público, como indivíduos, numa viagem colectiva a dimensões do paradoxo interior/exterior.As suas influências passam por sons tão distintos como Tool, Kyuss, OM, Mastodon, The Mars Volta, ISIS, Lichens, etc, incluindo-se nas cenas stoner rock, rock psicadélico e rock progressivo.


LEIRIA - Zona Industrial dos Pousos - Charneca da Touria - Travessa Florbela Espanca