quem somos

QUEM SOMOS







O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.

Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.


Direcção e coordenação: Maria João Franco.
https://www.facebook.com/mariajoaofranco.obra
contactos:
franco.mariajoao@gmail.com
+351 919276762


Friday, July 30, 2010

Miguel Barros no MAC - Movimento Arte Contemporânea


MIGUEL BARROS

Continente Berço

MAC- Movimento Arte Contemporânea
Setembro/2010


Uma exposição de Miguel Barros é sempre um convite para regenerar o nosso espírito exilado da poesia pelo gigantismo tecnológico.

O cromatismo e riqueza plástica da sua pintura, animada de uma real qualidade de criação, é um combate em defesa da poesia. Pintura intensa e mágica, possuída de sortilégio e de reflexões subtis, disciplinada na sua experiência formal e muito própria. Miguel Barros é um pintor-poeta, um cronista do imaginário, vivendo a visão livre da sua figuração psicológica, inebriada por um clima ameno de luz e sonho, celebrando um amor inocente por uma alma em liberdade, como num certo modo de espiritualidade ou de vida interiorizada, voltada para a integridade do ser existencial.

A sua pintura, onde os ritmos são um elemento estilístico, afirma a autonomia da cor, de uma importância fundamental.
Uma pintura da apreensão do espaço e da tenuidade do existir, restituindo-nos a história perdida e criando um outro modo de educação do olhar. A arte de Miguel Barros, extraordinariamente sensível na fluidez da luz e do lirismo, na vigorosa desmaterialização da cor, na força e no encanto da sua evasão e do seu êxtase, é uma fascinante e esplêndida aventura espiritual e técnica.

A cor é tratada como um jogo de acordes, em sucessões de ritmos intensos e tenazes que ecoam no olhar e na memória dum inconsciente esquecido, mas latente em todos nós.

Nas suas obras, encontramos a inserção de anseios e de sonhos, que são notas de realce, na Pintura Portuguesa Contemporânea.

A devoção e o enorme profissionalismo, a continuidade e o grande empenho que Miguel Barros nos transmite nas suas obras, revelam-nos estar perante um grande pintor e um excelente artista, reconhecido não só em Portugal como internacionalmente.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea

O FADO na PAULACABRAL Art Gallery


Inteiramente consagrado ao universo da canção urbana de Lisboa, o Museu do Fado abriu as suas portas ao público a 25 de Setembro de 1998 celebrando o valor excepcional do Fado como símbolo identificador da Cidade de Lisboa, o seu enraizamento profundo na tradição e história cultural do País, o seu papel na afirmação da identidade cultural e a sua importância como fonte de inspiração e de troca inter cultural entre povos e comunidades.
O Museu do Fado integra várias valências, para além da sua exposição permanente: um Centro de Documentação, uma Escola (com cursos de guitarra portuguesa e gabinete de canto) uma Loja temática, um auditório com programação regular de eventos, bem como um espaço de restauração/cafetaria.
Desde a sua abertura ao público, para o Museu têm convergido os espólios de centenas de intérpretes, autores, compositores, músicos, construtores de instrumentos, estudiosos e investigadores, artistas profissionais e amadores, em suma, de centenas de personalidades que testemunharam e construíram a história do Fado e que não hesitaram em ceder-nos os testemunhos do seu património afectivo e memorial para a construção de um projecto colectivo.
A todos eles o Museu presta a sua homenagem, investigando, conservando e promovendo as singularidades desta arte performativa, oriunda nos bairros históricos de Lisboa.

Entirely devoted to Lisbon's urban song universe, Museu do Fado opened its doors to the public on the 25 September 1998, celebrating Fado’s exceptional value as an identifying symbol of the City of Lisbon, its deep roots in the tradition and cultural history of the country, its role in the cultural identity statement and its importance as an inspiration source and intercultural trade between people and communities.
Apart from its permanent exhibit, Museu do Fado comprises a Documentation Centre, a School (offering Portuguese guitar and singing lessons), a thematic shop, an auditorium with a regular schedule of events and a restaurant/cafeteria area.
Since its opening to the public, the Museum received the spoils of hundreds of interpreters, authors, composers, musicians, instrument builders, students and investigators, professional and amateur artists; that is, hundreds of personalities who witnessed and built Fado’s history and did not hesitate to give us the testimonies of their affective and memorial patrimony in order to create a common project.
Museu do Fado pays tribute to all of them, investigating, maintaining and promoting the singularities of this performing art, born in Lisbon’s historic neighbourhoods.
Estimados amigos, coleccionadores e visitantes
A Paula Cabral Galeria tem o prazer de se associar à iniciativa recentemente aprovada, por unanimidade, na Assembleia Municipal de Lisboa, à Candidatura do FADO, como Património Cultural e Imaterial da Humanidade.
Além desta mostra que inaugura no próximo dia 27 de Julho pelas 21h30, com o apoio do Museu do Fado, a Galeria convida-o igualmente a assistir aos seguintes eventos, decorrentes desta Exposição Colectiva que estará patente até 31 de Agosto
Dia 29 de Julho às 19h00 - Conferência com Daniel Gouveia sobre o Fado acompanhado pelo guitarrista Tiago Morna para fazer algumas demonstrações deste género musical.
Dia 20 de Agosto às 21h30 – Fado vadio

Horário de Verão da Galeria: Terças a Sábados, das 15h00 às 22h00

Sunday, July 25, 2010

O NARIZ _ teatro de grupo



O Nariz - Teatro de Grupo

apresenta:

Escurial
Michel de Ghelderode



Domingo - 25 Julho - 15h

Junta de Freguesia de S. Mamede - Batalha


Quarta - 28 Julho - 22h

Castelo de Leiria

Encenação
Pedro Oliveira
Interpretação
António Cova, Francisco Frazão
por email/MJF

Friday, July 23, 2010

Museu da Evolução Humana

Arte e matemática_Congresso em Bilbao

Tuesday, July 20, 2010

2010 – Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social/ Acção do TEATRO DE GRUPO "O NARIZ"


2010 – Ano Europeu do Combate
à Pobreza e Exclusão Social
ESTREIA
22 Julho
– 22h –
Teatro Miguel Franco
Leiria


O Príncipe de Spandau
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grupo de mulheres nazis


(Leitura cénica da obra de Helder Costa)
O texto foi escrito em 1987 nos dias que se seguiram à morte de Rudolph Hess. Revelou-se premonitório em muitos aspectos e surge como um aviso contra as tendências racistas, ódios contra emigrantes e refugiados, despotismo e extremismos políticos hoje, infelizmente, mais vivos do que nunca.
“Os deuses organizam e executam a perdição dos mortais, para que os poetas vindouros tenham algo para cantar.” ODISSEIA, VIII


Helder Costa
Dramaturgo e animador do grupo “A Barraca” – de que foi um dos fundadores, em 1976 -, Helder Costa é autor de cerca de três dezenas de peças, originais ou adaptadas, algumas das quais distinguidas com prémios, dentro e fora do País.
“O Príncipe de Spandau”, foi representado em Portugal e no estrangeiro, tendo tido a sua estreia absoluta em Viena de Áustria, no “Residenztheater”, encenada por Hans-Peter Kellner e interpretada por Andreas Patton, em Novembro de 1993. Outras representações e leituras cénicas tiveram lugar na Dinamarca e na Bolívia, em França e Espanha, Bélgica e Roménia – e em Lisboa, onde a sua personagem única, o fanático nazi Rudolf Hess, encontrou em
Mário Viegas um intérprete genial.


2010 – Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social

O Príncipe de Spandau
(Leitura cénica da obra de Helder Costa)

Nesta leitura cénica “O Nariz” adaptou o texto de forma a colocar, no centro da acção, quatro actrizes que dão voz a um texto, originalmente escrito, para um só actor.
Uma visão apocalíptica sobre o regresso do Führer e a sua vitória definitiva, transmitida por quatro vozes femininas.


O Nariz
Ficha artística
Autor – Helder Costa
Direcção e Adaptação – Pedro Oliveira
Interpretação – Andreia Estrada, Dora Conde, Vânia Jordão e Vitória Condeço
Desenho de luz – Pedro Oliveira
Vídeo – David Ramy
Produção – O Nariz
Esta peça é o trabalho final de estágio das actrizes Dora Conde e Vânia Jordão, alunas do Curso de Teatro da ESAD - CR



www.facebook.com/onariz.teatro

http://www.myspace.com/onariz


http://onariz.hi5.com/

http://twitter.com/ONariz

MJF por email

Sunday, July 11, 2010

parar para pensar

in sovai2008.blogspot.com

(O mendigo Sexta-Feira, jogando no Mundial)

(...) O que me inveja não são esses jovens, esses "fintabolistas", todos cheios de vigor. O que eu invejo doutor, é quando o jogador cai no chão e se enrola e rebola a exibir bem alto as suas queixas.

A dor dele faz parar o mundo. Um mundo cheio de dores verdadeiras pára perante a dor falsa de um futebolista. As minhas mágoas que são tantas e tão verdadeiras e nenhum árbitro manda parar a vida para me atender, reboladinho que estou por dentro, rasteirado que fui pelos outros. Se a vida fosse um relvado, quantos penaltis eu já tinha marcado contra o destino? (...)


Mia Couto,
in O fio das Missangas