quem somos

QUEM SOMOS







O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.

Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.


Direcção e coordenação: Maria João Franco.
https://www.facebook.com/mariajoaofranco.obra
contactos:
franco.mariajoao@gmail.com
+351 919276762


Monday, March 7, 2011

O CANTO DO CISNE no Teatro Miguel Franco





O Nariz - Teatro de Grupo
Teatro Miguel Franco - Leiria
Quinta - 10 Março - 21h30
"O Canto do Cisne"Anton Tchékhov
http://br.youtube.com/watch?v=d1NcS-yAZM4





Dois actores, uma sala de teatro desnudada, 15 projectores, uma mesa de luz e uma simples aparelhagem com leitor de CDs, ajudam a situar o encontro - (fora de horas) de dois ratos do teatro - um ponto e um actor - numa exposição cruel da vida de dois fazedores de teatro.Duas personagens capazes de puxar pelo talento e despertar os grandes papéis que interpretaram ao longo do tempo num ritmo estonteante, em tom trágico - cómico em que todo o trabalho técnico (som e luz) é da responsabilidade dos actores. Encenação: Pedro Wilson Interpretação: Pedro Oliveira e Henrique Martins
Produção: "O Nariz"Duração: 50 minutos

Classificação etária:M12

www.facebook.com/onariz.teatro
Preço: 5€ / 3€ (sócios de O Nariz)
Associações, grupos de teatro ou escolas - 3€ (reserva de grupo até 7 Março -
onariz.teatrodegrupo@gmail.com - 964189098 / 917839147)

Sunday, March 6, 2011

A "matéria prima"


Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos!



Precisa-se de matéria prima para construir um País
Eduardo Prado Coelho - in Público
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.
Agora dizemos que Sócrates não serve.
E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhãoque foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós. Nós como povo.
Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais
poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL,DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa,como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porqueconseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
-Onde a falta de pontualidade é um hábito;
-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memóriapolítica, histórica nem económica.
-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicaspodem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.
-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta.
Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa ?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror ?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados !
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimentocomo Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e,francamente, somos tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.
AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa ?... MEDITE !
EDUARDO PRADO COELHO

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Thursday, March 3, 2011

Paula Gouveia/ Ricardo Tomás


"TERRA CRUA"


Paula Gouveia/Pintura e Ricardo Tomás/Escultura

na Galeria Principal da Casa da Cultura de Santa Comba Dão
Inauguração no próximo dia 5 de Março de 2011, pelas 16.00 h.
Exposição patente até 27 de Março de 2011,


de quarta a sexta-feira das 09:30h às 12:30h e das 14:00h às 18:00h
e aos sábados e domingos das 15:00h às 18:00h.
Contactos:
Telefone: 232 880 570 Telemóvel: 912 010 663



Monday, February 28, 2011

A REPÚBLICA DAS MULHERES



A Republica das Mulheres
Pelas mulheres sem direitos, as que sofrem humilhação, dor e privações sem qualquer privilégio...para deixar de ser “identidades anónimas”
A todas as mulheres!!!


A Associação de Amizade e das Artes Galego Portuguesa - AAAGP e a Biblioteca Museu República e Resistência de Lisboa, temos o prazer de convidar-te a inauguração da exposição A REPÚBLICA DA MULHERES, o próximo dia 1 de março de 20011 as 18:30 horas, na Sala de exposições da Biblioteca Museu República e Resistência.
BIBLIOTECA MUSEU REPÚBLICA E RESISTÊNCIA
ESTRADA DE BENFICA , 419
LISBOA
PARTICIPANTES:
ESCULTURA:Teresa Frazão_Vignia Pinto_FOTOGRAFIA: Boris Van es_Conchi Deza_Cristina Cancelo_Mar Castro_PINTURA: Alice Piloto_AMie_Ana Agûa_Aurora Bargado_Dé Garcia_Dutra_Emilia Rosa_Estrela Rúa_Fernada Valente_Fernado Couceiro_Isa Nunes_Ismael Siva_João Viola_Jorge Rebelo_Lidia Carrola_Luis Rebelo_Lupe Garcia_Mafalda D´Eça_Maria Braxe_Maria Fernanda Pereira_Maria Jõa Franco_Maria Regina Mongiardim_Maria Thomas_Marieta_Maribel dos Anjos_ Marvel(Marinne Belzeboer)_Nolo Suarez_Oscar Almeida_Paulo Diogo_Regina Afonso_Rosa Seoane_Sara Garrote_Sabela Baña_Sol Guerra_Victor Costa_Vitor Moinhos_POESIA VISUAL: Sabela Baña_TEXTOS: Alfonso Becerra de Becerreá_Amadeus Teles_Carmen Adan_Carmen Garrido_Conchi Deza_Dutra_Helena Roso_Hugo Malainho Garcia_Ismael Silva _Mª Xose Queizan_ Monica Bar Cendon_Regina Affonso_Vanessa Leão_Xulio Villaverde_ PÓS-PRODUÇÃO VIDEO: Hugo Malainho Garcia_ PÓS-PRODUÇÃO AUDIO: Francisco Rubio_GRAFISMO_Boris Van Es_COORDINAÇÃO: Júlia Pires_Paulo Sousa_Hugo Malainho Garcia_COMISSARI@: Coceiçaõ Ruivo_ Xulio Villaverde
ORGANIZA:
ASSOCIAÇÃO DE AMIZADE E DAS ARTES GALEGO PORTUGUESA
BIBLIOTECA MUSEU REPÚBLICA E RESISTÊNCIA
COLABORA :
FUNDACIÓN GALIZA SEMPRE

Wednesday, February 23, 2011

Jorge Oliveira



exposição de pintura de Jorge Oliveira, natural de Febres e radicado em Paris.
A cerimónia de inauguração
terá lugar no dia 12 de Fevereiro de 2011,
sábado, pelas 11:00, na Biblioteca Municipal de Mira.

A exposição estará patente naquele espaço até 3 de Março.

Saturday, February 19, 2011

Casamento militante nos Passos do Concelho de Montpellier

Um casamento que não é um casamento, porque é um casamento puramente simbólico, militante e que confirma a vontade e a coragem duma autarca francesa – Hélène Mandroux, Presidente da Câmara Municipal de Montpellier, cidade de 420 000 habitantes - na defesa da igualdade de direitos para homossexuais e heterossexuais.

Chocada com a atitude das autoridades diplomáticas portuguesas ao recusarem proceder ao nosso casamento em conformidade com a lei portuguesa, a Sra. Presidente disse SIM, em directo da Divergence FM de Montpellier, quando aceitamos a sua proposta de nos casar simbolicamente nos Passos do Concelho de Montpellier, com o duplo intuito de apoiar os nossos direitos legais e de fazer avançar o seu próprio combate pela legalização dos casamentos de pessoas do mesmo sexo em França que encetou em 2009 com o "Apelo de Montpellier" que já foi assinado pela maioria dos presidentes de câmara das principais cidades francesas.
Tito-Livio e Florent têm pois o prazer, a felicidade e a alegria de convidar todos os amigos da liberdade e da igualdade para este acontecimento simbólico mas militante e político e que esperamos venha a ser também poético...
Sábado, dia 5 de Fevereiro, às 11 horas, salle des mariages, no Château de Grammont, Tito-Livio e Florent vão-se dizer mutuamente "sim", mesmo se já o disseram há 25 anos atrás (enfim)...
Será uma cerimónia republicana, entre outros casamentos legais, esses, que não temos a intenção de perturbar.
E é por isso que, na sala anexa, uma vez o protocolo respeitado, a Sra. Presidente, Tito-Livio, Florent e representantes de associações gays francesas farão uma conferência de imprensa, política e poética, seguida dum Porto de Honra, oferecido pela Câmara Municipal da Cidade, para responder às perguntas que jornalistas e amigos quiserem fazer.
E, porque não há casamento sem boda, à noite, a partir das 19 horas, na mesma sala em Grammont, convidamos todos os que queiram para uma grande festa, musical e alegre (gai).
Programa da "boda"DJ : JO Romano e Bruno Bertrand da equipa da rádio Divergence FM,E uma pequena ementa preparada por membros da Casa Amadis, a associação cultural de língua portuguesa de Montpellier...

Contribuições em géneros e bebidas serão bem vindos.
Tito-Livio SANTOS MOTA
Presidente de Casa Amadis
Florent ROBIN
Presidente da Divergence FM
MJF/por email

Wednesday, February 16, 2011

RUÍDO na Galeria São Bento

Albuquerque Mendes/2010


Ruído - Galeria São Bento. 19 Fev-14 Mar
A profusão de símbolos visuais e elementos industriais com os quais somos bombardeados no quotidiano urbano dá origem a um cenário de ruído comunicacional. Cada um desses signos e símbolos pretende passar uma mensagem, seja ela a venda de um produto, a reivindicação de um direito, a simples assinatura de um transeunte ou uma advertência de perigo. Entre todos estes produtos da civilização, avançamos e movemo-nos com maior ou menor facilidade. Se os artistas futuristas do início do século XX proclamavam a velocidade como forma de vida e arte, hoje em dia ela não precisa de incentivos. Os artistas associados ao Nouveau Realisme fizeram do mundo uma tela e criaram imagens a partir dos seus fragmentos industriais. Após as guerras, voltou a prosperidade económica e vender tornou-se fonte de um estilo de vida baseado em comprar. A publicidade desde então reina nas ruas e nas casas, tendo a Arte Pop aproveitado esta linguagem, vampirizando-a e transformando-se na crítica a este estilo de vida: a cultura de consumo. Hoje, a profusão exacerbada do graffiti torna-o por vezes invisível no espaço urbano e perde o carácter interventivo. Originariamente linguagem artística de rua, acaba por contaminar as galerias.

A panóplia de estímulos dá lugar à entropia comunicacional. Paradoxalmente, por mais gritantes que sejam os elementos visuais à nossa volta, quanto mais os vemos menos os apreendemos, pela embriaguez visual em que entramos. Assim, poder-se-ia dizer que igual seria se as paredes que nos rodeiam fossem todas brancas e as máquinas silenciosas. Mas tal não é verdade. O nosso silêncio não é feito da ausência de som e o branco tem todas as formas e cores lá dentro. Simplesmente deixamos de olhar e escutar. Mesmo que o mapa que se nos apresenta à frente seja um plano terrorista, apenas já só vemos linhas e ruas. Da confusão, o que fica? A arte contemporânea assume ainda a influência pop. No entanto, ela deixou de usar os ícones pop com o entusiasmo optimista que caracterizava muita da arte dos anos 60, mesmo quando ela estava no seu auge transgressor. Em vez disso, a arte hoje aborda o imaginário da sociedade urbana com azedume e frivolidade melancólica1.
Esta exposição é uma selecção feita a partir do acervo Artelection e não pretende efectuar ligações entre os artistas, de origens, percursos e opções estéticas heterogéneas, senão mesmo opostas em alguns casos. Em comum, a referência à actividade incessante, à produção industrial, à comunicação de massas, à sinalética de orientação ou à decomposição destes elementos pelo uso desenfreado ou pela mera passagem do tempo. No final, talvez fique uma confusão visual, talvez se retenha um elemento particular, ou talvez mesmo nada fique.


Curadoria Miguel Matos

Artistas: Albuquerque Mendes, Esther Pizarro, Ivan Messac, Leonel Moura, Mendes de Almeida, Peter Klasen, Raymond Hains, Rui Effe, Sara Franco, Telmo Alcobia.


A Galeria São Bento fica na Rua do Machadinho, 1, Lisboa

Publicada por Miguel Matos em 03:10
Ruído - Galeria São Bento. 19 Fev-14 Mar
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