quem somos

QUEM SOMOS







O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.

Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.


Direcção e coordenação: Maria João Franco.
https://www.facebook.com/mariajoaofranco.obra
contactos:
franco.mariajoao@gmail.com
+351 919276762


Thursday, May 3, 2012

Rosa Azevedo / Curso de Literatura Portuguesa






 Caros todos,

aqui vai mais uma leva de notícias e comunicações, tentando já concentrar tudo num mail para ver se desta vou para menos spams.

- A grande novidade, finalmente, depois de vários pedidos, é que temos de volta o Curso de Literaturas Americanas (Literatura Norte Americana e Sul Americana), comigo e com o Nuno Marques. Não temos ainda cartaz mas fica aqui o pré-aviso, será na Pó dos Livros de 26 de Junho a 17 de Julho, 3ª feiras, das 21h às 22h30, custo 40€. Vão acompanhando as novidades no Estórias com Livros e no blog daPó dos Livros

- Mais um Curso de Literatura Portuguesa séc. XX e XXI na minha querida Pó dos Livros, de 8 de Maio a 5 de Junho, sempre das 21h às 22h30, custo 50€. Mais informações aqui

- Um outro Curso de Literatura Portuguesa séc. XX e XXI desta vez com um Clube do Livro associado (e indissociável do curso), no Hotel da Estrela. De 9 de Maio a 18 de Julho, custo 70€. Mais informações aqui.  

- Peço-vos também ajuda num novo projecto que tenho aqui toscamente em mãos mas que começo agora a juntar peças para que dê o salto. Chama-se Missão Borisvianar e é um espectáculo com um conjunto de textos e escritas e imagens e filmes à volta da vida e obra de Boris Vian. Para saber como ajudar vejam aqui aqui. Vamos borisvianar!

E pronto, é tudo, para além da notícia do nascimento de um novo blog, de textos e desvarios pessoais, de interesse relativo e discutível, orosapeixe

A quem chegou aqui tão longe neste mail, o meu bem haja e um agradecimento sentido. 

A todos os abraços e beijos necessários,

rosa


--
www.estoriascomlivros.blogspot.com
www.rosapeixe.blogspot.com
www.arco-iris-de-sombra.blogspot.com 

Tuesday, May 1, 2012

1º DE MAIO DE 2012


"no meu silêncio vejo-te em palavras" Homenagem a Miguel Franco


por Município de Leiria a Quinta-feira, 19 de Abril de 2012 às 17:41 ·
 “O meu pai era o meu herói.” Parca em palavras, com receio de que a emoção falasse mais alto, a pintora Maria João Franco deixou para os amigos Luís Capinha e Guilherme Valente a tarefa de falar sobre o seu pai, o escritor, ator e encenador Miguel Franco, a quem dedicou a exposição de pintura que pode ser visitada até ao dia 22 de maio, no edifício Banco de Portugal. Num testemunho emocionado, Guilherme Valente, editor da Gradiva, referiu-se a Miguel Franco como a pessoa que talvez mais tenha marcado a sua formação. “Miguel Franco tinha um extraordinário espírito de liberdade. Passou-me um grande sentimento de independência e uma forma de olhar para as coisas sem nenhum condicionalismo.” “Os homens não são como os pássaros. Precisam de pista para levantar voo e o Miguel teve em Leiria e em Portugal uma pista curta”, lamentou Guilherme Valente perante as inúmeras pessoas que assistiram à inauguração da exposição de Maria João Franco, no sábado, data de nascimento de Miguel Franco. Tal como o editor da Gradiva, Luís Capinha recordou muitos dos momentos que passou com Miguel Franco e, em especial, o contributo que deu na área do teatro, através da criação do Grupo de Teatro Miguel Leitão, a que tanto ele como Guilherme Valente pertenceram. Mas mais do que as suas facetas de ator, encenador e dramaturgo, Luís Capinha destacou a de escritor de “O motim” e de a “Legenda do cidadão Miguel Lino”. “Uma pessoa só desaparece do mundo quando a última pessoa que o conhece desaparece, mas ele deixou livros. E enquanto esses livros existirem, Miguel Franco existe.” Graça Teixeira, professora que escolheu Miguel Franco como tema de tese de mestrado, afirmou que as obras do dramaturgo estão a ser estudadas na maior universidade do Brasil, localizada em S. Paulo. E destacou o sucesso, sobretudo, de “O motim”. “A mensagem que nos passa é atual. Fala da dualidade entre os que tudo podem e os que nada podem e nada têm.” Também num registo informal, Paulo Vieira, companheiro de Maria João Franco, anunciou que as obras de Miguel Franco estão a ser adaptadas para teatro pelo diretor do Cine-teatro de Torres Vedras, João Garcia Miguel, que também foi colega da pintora. “Entregámos-lhe os manuscritos para adaptar aos tempos mais modernos.” No entanto, manifestou vontade que a peça estreasse em Leiria. Presente na cerimónia, Raul Castro, Presidente da Câmara Municipal de Leiria, deixou, de imediato, as portas abertas. “É prestigiante para a cidade ter um filho como Miguel Franco. Pelas suas capacidades, conseguiu triunfar dentro da própria comunidade.”



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“No meu silêncio vejo-te em palavras” marca o regresso a Leiria da pintora Maria João Franco, que expõe até 22 de maio no Edifício Banco de Portugal. Maria João Franco (fotografia: Sandra Costa/CML) Há uma década que a pintora, com 40 anos de carreira, não expunha em Leiria, onde nasceu e onde viveu vários anos. Filha do ator e dramaturgo Miguel Franco, Maria João Franco aproveita a exposição para, simultaneamente, fazer uma homenagem ao pai e encerrar um ciclo do seu trabalho, durante o qual refletiu sobre a Guerra do Iraque e suas consequências. Fotografias da inauguração da exposição no Edifício Banco de Portugal  aqui.

Friday, April 20, 2012

Thursday, April 19, 2012

MIGUEL FRANCO 1988.2012 HOMENAGEM


Memórias de Miguel Franco eternizadas em exposição de pintura

por Município de Leiria a Quinta-feira, 19 de Abril de 2012 às 17:41 ·

“O meu pai era o meu herói.” Parca em palavras, com receio de que a emoção falasse mais alto, a pintora Maria João Franco deixou para os amigos Luís Capinha e Guilherme Valente a tarefa de falar sobre o seu pai, o escritor, ator e encenador Miguel Franco, a quem dedicou a exposição de pintura que pode ser visitada até ao dia 22 de maio, no edifício Banco de Portugal.

Num testemunho emocionado, Guilherme Valente, editor da Gradiva, referiu-se a Miguel Franco como a pessoa que talvez mais tenha marcado a sua formação. “Miguel Franco tinha um extraordinário espírito de liberdade. Passou-me um grande sentimento de independência e uma forma de olhar para as coisas sem nenhum condicionalismo.”

“Os homens não são como os pássaros. Precisam de pista para levantar voo e o Miguel teve em Leiria e em Portugal uma pista curta”, lamentou Guilherme Valente perante as inúmeras pessoas que assistiram à inauguração da exposição de Maria João Franco, no sábado, data de nascimento de Miguel Franco.

Tal como o editor da Gradiva, Luís Capinha recordou muitos dos momentos que passou com Miguel Franco e, em especial, o contributo que deu na área do teatro, através da criação do Grupo de Teatro Miguel Leitão, a que tanto ele como Guilherme Valente pertenceram. Mas mais do que as suas facetas de ator, encenador e dramaturgo, Luís Capinha destacou a de escritor de “O motim” e de a “Legenda do cidadão Miguel Lino”. “Uma pessoa só desaparece do mundo quando a última pessoa que o conhece desaparece, mas ele deixou livros. E enquanto esses livros existirem, Miguel Franco existe.”

Graça Teixeira, professora que escolheu Miguel Franco como tema de tese de mestrado, afirmou que as obras do dramaturgo estão a ser estudadas na maior universidade do Brasil, localizada em S. Paulo. E destacou o sucesso, sobretudo, de “O motim”. “A mensagem que nos passa é atual. Fala da dualidade entre os que tudo podem e os que nada podem e nada têm.”

Também num registo informal, Paulo Vieira, companheiro de Maria João Franco, anunciou que as obras de Miguel Franco estão a ser adaptadas para teatro pelo diretor do Cine-teatro de Torres Vedras, João Garcia Miguel, que também foi colega da pintora. “Entregámos-lhe os manuscritos para adaptar aos tempos mais modernos.” No entanto, manifestou vontade que a peça estreasse em Leiria.

Presente na cerimónia, Raul Castro, Presidente da Câmara Municipal de Leiria, deixou, de imediato, as portas abertas. “É prestigiante para a cidade ter um filho como Miguel Franco. Pelas suas capacidades, conseguiu triunfar dentro da própria comunidade.”

ANTÓNIO PIMENTEL

O Casamerela 5b junta-se à homenagem prestada ao grande Amigo e Pintor António Pimentel
fazendo jus à sua pessoa, bem como a sua companheira de todas as vidas, Collete Vilatte.
Bem hajam!






Maria João Franco,em 19 de abril de 2012