quem somos

QUEM SOMOS







O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.

Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.


Direcção e coordenação: Maria João Franco.
https://www.facebook.com/mariajoaofranco.obra
contactos:
franco.mariajoao@gmail.com
+351 919276762


Wednesday, May 16, 2012

"os brinquedos de outros tempos" na Casa Museu João de Deus





Casa Museu João de Deus  
“OS BRINQUEDOS DE OUTROS TEMPOS” 
DÃO MOTE A OFICINA CRIATIVA



Integrando a rúbrica Oficina “Mãos Travessas”, a Casa Museu João de Deus, em SB Messines, irá promover no próximo dia 17 de maio, pelas 15h30, o ateliê “As nossas tradições… os brinquedos de outros tempos”.

Nesta ação, dirigida a crianças entre os 3 e os 12 anos, os mais pequenos poderão criar através de diversas técnicas de artes plásticas, os seus próprios brinquedos, contextualizando-os no tempo e nas tradições locais.





  • Olá Amig/os/as/uinhos/as
assim vamos "brincando" na Casa-Museu João de Deus .venha fazer.nos companhia ,traga o seu filho/a e um amigo e outro e mais outro......quer apostar que todos vão gostar? nós adoraríamos tê.los a brincar connosco
um beijinho
Maria Gabriela Martins
Responsável pela Casa Museu João de Deus
Câmara Municipal de Silves
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Tuesday, May 8, 2012



MUSEU
GALOPIM DE CARVALHO

A NOSSA HOMENAGEM AO ANTIGO DIRETOR
DO MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL


Foi muito justamente atribuído o nome de Galopim de Carvalho ao Museu do Quartzo, idealizado por este geólogo e inaugurado há poucos dias no Monte de Santa Luzia, em Viseu. Oportunidade para relembrar o tempo em que Portugal foi alvo de especial atenção por parte da comunidade científica internacional no domínio da paleontologia dos dinossáurios. Alguns concelhos prefiguravam-se ricos núcleos mundiais do género. Paleontólogos portugueses pretendiam concretizar projetos de sensibilização das populações rurais nas regiões onde se conheciam casos de ocultação de jazidas fósseis. O Prof. Galopim de Carvalho, à época diretor do Museu Nacional de História Natural da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, foi notavelmente estoico na luta pela preservação dos achados, também pedagógico e ponderado nos apelos aos agricultores. Enfrentou os poderes públicos, insurgindo-se contra a falta de apoios. Estes chegaram de forma minguada, todavia lograram-se relevantes cedências. Este tema inspirou uma longa tarde de conversa que reproduzimos no espaço


incluindo uma seleção de trechos significativos em modo áudio.


Gratos  pelo  vosso  interesse

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 por email

Thursday, May 3, 2012

Rosa Azevedo / Curso de Literatura Portuguesa






 Caros todos,

aqui vai mais uma leva de notícias e comunicações, tentando já concentrar tudo num mail para ver se desta vou para menos spams.

- A grande novidade, finalmente, depois de vários pedidos, é que temos de volta o Curso de Literaturas Americanas (Literatura Norte Americana e Sul Americana), comigo e com o Nuno Marques. Não temos ainda cartaz mas fica aqui o pré-aviso, será na Pó dos Livros de 26 de Junho a 17 de Julho, 3ª feiras, das 21h às 22h30, custo 40€. Vão acompanhando as novidades no Estórias com Livros e no blog daPó dos Livros

- Mais um Curso de Literatura Portuguesa séc. XX e XXI na minha querida Pó dos Livros, de 8 de Maio a 5 de Junho, sempre das 21h às 22h30, custo 50€. Mais informações aqui

- Um outro Curso de Literatura Portuguesa séc. XX e XXI desta vez com um Clube do Livro associado (e indissociável do curso), no Hotel da Estrela. De 9 de Maio a 18 de Julho, custo 70€. Mais informações aqui.  

- Peço-vos também ajuda num novo projecto que tenho aqui toscamente em mãos mas que começo agora a juntar peças para que dê o salto. Chama-se Missão Borisvianar e é um espectáculo com um conjunto de textos e escritas e imagens e filmes à volta da vida e obra de Boris Vian. Para saber como ajudar vejam aqui aqui. Vamos borisvianar!

E pronto, é tudo, para além da notícia do nascimento de um novo blog, de textos e desvarios pessoais, de interesse relativo e discutível, orosapeixe

A quem chegou aqui tão longe neste mail, o meu bem haja e um agradecimento sentido. 

A todos os abraços e beijos necessários,

rosa


--
www.estoriascomlivros.blogspot.com
www.rosapeixe.blogspot.com
www.arco-iris-de-sombra.blogspot.com 

Tuesday, May 1, 2012

1º DE MAIO DE 2012


"no meu silêncio vejo-te em palavras" Homenagem a Miguel Franco


por Município de Leiria a Quinta-feira, 19 de Abril de 2012 às 17:41 ·
 “O meu pai era o meu herói.” Parca em palavras, com receio de que a emoção falasse mais alto, a pintora Maria João Franco deixou para os amigos Luís Capinha e Guilherme Valente a tarefa de falar sobre o seu pai, o escritor, ator e encenador Miguel Franco, a quem dedicou a exposição de pintura que pode ser visitada até ao dia 22 de maio, no edifício Banco de Portugal. Num testemunho emocionado, Guilherme Valente, editor da Gradiva, referiu-se a Miguel Franco como a pessoa que talvez mais tenha marcado a sua formação. “Miguel Franco tinha um extraordinário espírito de liberdade. Passou-me um grande sentimento de independência e uma forma de olhar para as coisas sem nenhum condicionalismo.” “Os homens não são como os pássaros. Precisam de pista para levantar voo e o Miguel teve em Leiria e em Portugal uma pista curta”, lamentou Guilherme Valente perante as inúmeras pessoas que assistiram à inauguração da exposição de Maria João Franco, no sábado, data de nascimento de Miguel Franco. Tal como o editor da Gradiva, Luís Capinha recordou muitos dos momentos que passou com Miguel Franco e, em especial, o contributo que deu na área do teatro, através da criação do Grupo de Teatro Miguel Leitão, a que tanto ele como Guilherme Valente pertenceram. Mas mais do que as suas facetas de ator, encenador e dramaturgo, Luís Capinha destacou a de escritor de “O motim” e de a “Legenda do cidadão Miguel Lino”. “Uma pessoa só desaparece do mundo quando a última pessoa que o conhece desaparece, mas ele deixou livros. E enquanto esses livros existirem, Miguel Franco existe.” Graça Teixeira, professora que escolheu Miguel Franco como tema de tese de mestrado, afirmou que as obras do dramaturgo estão a ser estudadas na maior universidade do Brasil, localizada em S. Paulo. E destacou o sucesso, sobretudo, de “O motim”. “A mensagem que nos passa é atual. Fala da dualidade entre os que tudo podem e os que nada podem e nada têm.” Também num registo informal, Paulo Vieira, companheiro de Maria João Franco, anunciou que as obras de Miguel Franco estão a ser adaptadas para teatro pelo diretor do Cine-teatro de Torres Vedras, João Garcia Miguel, que também foi colega da pintora. “Entregámos-lhe os manuscritos para adaptar aos tempos mais modernos.” No entanto, manifestou vontade que a peça estreasse em Leiria. Presente na cerimónia, Raul Castro, Presidente da Câmara Municipal de Leiria, deixou, de imediato, as portas abertas. “É prestigiante para a cidade ter um filho como Miguel Franco. Pelas suas capacidades, conseguiu triunfar dentro da própria comunidade.”



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“No meu silêncio vejo-te em palavras” marca o regresso a Leiria da pintora Maria João Franco, que expõe até 22 de maio no Edifício Banco de Portugal. Maria João Franco (fotografia: Sandra Costa/CML) Há uma década que a pintora, com 40 anos de carreira, não expunha em Leiria, onde nasceu e onde viveu vários anos. Filha do ator e dramaturgo Miguel Franco, Maria João Franco aproveita a exposição para, simultaneamente, fazer uma homenagem ao pai e encerrar um ciclo do seu trabalho, durante o qual refletiu sobre a Guerra do Iraque e suas consequências. Fotografias da inauguração da exposição no Edifício Banco de Portugal  aqui.