quem somos
QUEM SOMOS
O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.
Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.
Direcção e coordenação: Maria João Franco.
O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.
Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.
Direcção e coordenação: Maria João Franco.
Monday, July 23, 2012
Thursday, July 5, 2012
Casa Museu João de Deus
Caríssimos Amigos,
com a chegada do Verão ,a actividade da Casa.Museu João de Deus parece que duplicou e todos nós virámos formiguinhas numa azáfama diária e ,em alguns casos ,até nocturna...
fizemos apresentações de livros - A Menina Marieta ,de Amparo Monteiro - em parceria com o Jardim.Escola João de Deus ,de que queremos mostrar.vos alguns registos , e,recriámos Passeios Pedestres Nocturnos ,com muito da nossa História local e a representação de um RITUAL, a cabo do Grupo de Teatro Penedo Grande que ,em todos nós ,deixou a vontade de exigir mais e mais ....e parece que tal vai acontecer!!!!!
gostariam de tomar.lhe o gosto?
então sigam o link - http://casamuseujoaodedeus- parcerias.blogspot.pt/
mas ,também ,idealizámos novas actividades para os meses de Julho e Agosto ,contando ,obviamente ,com a vossa presença ... vejam só o que temos para vós:
até breve e boas férias ,se for caso disso!
um abreijo da equipa da Casa.Museu João de Deus
por email
Tuesday, July 3, 2012
Teresa Mendonça recebe o Prémio Hilário Teixeira Lopes
Ao centro ,Mestre Hilário Teixeira Lopes e a Pintora Teresa Mendonça
do lado esquerdo e direito,os directores do MAC
António Pracana, Teresa Mendonça e Roberto Chichorro
Teresa Mendonça com António Pracana (à esq. ) e Carlos D'Além (à direita)
Teresa Mendonça com Don Caldéron
Teresa Mendonça com Roberto Chichorro e Alexandra Prieto
O Prémio Hilário Teixeira Lopes é atribuído ao melhor pintor
que expôs no MAC no ano 2011/2012,
a critério daquele pintor.
***
ver mais
Saturday, June 30, 2012
O Futuro do Livro
RUI BEJA
O FUTURO DO LIVRO
«O e‑book veio para ficar. O momentum da edição digital permite concluir que o impacte (...) é de tal forma forte e irreversível que o ajustamento de meios, métodos e processos de trabalho caminha inexoravelmente no sentido da rápida transfiguração da actividade editorial e livreira. Esta transfiguração afigura‑se, de facto, inevitável, mesmo que tal não signifique que o livro impresso em papel deixe de constituir uma componente insubstituível da actividade editorial; que, bem pelo contrário, e com a maior das probabilidades, continuará a constituir, por muito tempo, a sua parte mais substancial».
Este trecho é extraído de um aliciante capítulo final do novo livro de
RUI BEJA
A Edição em Portugal (1970-2010): Percursos e Perspectivas
com lançamento previsto para o próximo mês.
O autor, Mestre em Estudos Editoriais pela Universidade de Aveiro, pertence ao armorial deste sítio de encontro desde que editou, há cerca de um ano, a excelente obra memorialística À Janela dos Livros, aqui apresentada com o relevo que se justificava. Rui Beja concede-nos agora a honrosa oportunidade de uma pré-publicação do seu novo livro. Dos diversos temas versados antecipamos um de plena actualidade: o futuro do sector editorial e livreiro face aos desafios do digital. Algumas reflexões de Rui Beja neste domínio infundem uma sombra de inquietude. Uma das suas perspectivas (sempre ponderadas e fundamentadas) é a de que haverá quem, estando no negócio editorial e livreiro, já não estará, em definitivo, no mercado da cultura. Elucidativa a frase com que encerramos esta pré-publicação: «Os modelos de negócio que se deixam antever não são animadores para quem entende a palavra escrita, e o livro em particular, como bem inestimável para valorização intelectual individual e para o desenvolvimento sociocultural dos povos».
A não perder a leitura deste livro de Rui Beja.
Para já [ aqui ] a pré-publicação
de alguns trechos significativos.
Gratos pelo vosso interesse
Friday, June 29, 2012
Tecidos muçulmanos da Espanha medieval / LOGOPRESS
El Museo Lázaro Galdiano descubre los tejidos musulmanes de la España medieval
La colección de tejidos nazaríes del Museo Lázaro Galdiano y del Museo de la Alhambra es la protagonista de la nueva exposición de la Fundación Lázaro Galdiano. Una muestra que pone en valor estas maravillosas y desconocidas telas de la España musulmana que rodearon la vida medieval de la península.
El objetivo del proyecto A la luz de la Seda es poner de relieve la importancia de unos tejidos e indumentarias realizadas en la España musulmana, y especialmente en el tiraz del Reino nazarí de Granada que, pese a haber sufrido múltiples avatares, han conseguido conservarse hasta nuestros días. La Alhambra fue el centro productor por excelencia y referente en la creación de estas bellas creaciones que gozaron de gran difusión en la época.
Para Amparo López, Conservadora-jefe del Museo Lázaro Galdiano, A la luz de la seda “pretende poner de relieve la importancia de una parte de nuestro patrimonio poco conocida e insuficientemente valorada”. “Estas colecciones de sedas y tejidos islámicos, entre las que destacan las nazaríes, están conformadas por fragmentos y retazos exquisitos y delicados, únicos no sólo por su belleza sino por la complejidad de la técnica empleada en su ejecución y por los escasos restos que han llegado hasta nosotros”, añadió López.
Colecciones de la Fundación y de la AlhambraLa exposición presenta la rica colección de textiles andalusíes que custodia la Fundación Lázaro Galdiano, así como los que conserva el Museo de la Alhambra de Granada, junto con objetos coetáneos que nos permiten reconstruir e imaginar la historia de lo que antaño fueron suntuosas prendas que vistieron y adornaron a los nobles y cortesanos del sultanato Nazarí, y que contribuyeron a crear las lujosas estancias plenas de luz y colorido de palacios como la Alhambra de Granada.
Según explica Amparo López, las sedas estaban presentes en todos los momentos del día y de la vida de la España medieval, tanto para cristianos como para musulmanes. Estos tejidos vestían a las personas, organizaban y hacían confortables los espacios donde se desarrollaba su vida y les acompañaban también en su último viaje. Y lo hacían aportando una gran belleza y vistosidad con complejos juegos de lacerías, escenas de animales afrontados y atauriques que formaban una maraña multicolor.
Papel cultural del tiraz
Además de crear imágenes hermosas, las telas mostraban elocuentes inscripciones epigrafías cargadas de deseos de felicidad, prosperidad y clemencia. Las sedas ocuparon un importante papel en el desarrollo cultural de la península ibérica pues fueron también un crisol y un acicate para los conocimientos técnicos y la especialización de la industria.
Además de crear imágenes hermosas, las telas mostraban elocuentes inscripciones epigrafías cargadas de deseos de felicidad, prosperidad y clemencia. Las sedas ocuparon un importante papel en el desarrollo cultural de la península ibérica pues fueron también un crisol y un acicate para los conocimientos técnicos y la especialización de la industria.
La exposición se completa con recursos audiovisuales que ayudan al visitante a comprender la complejidad de la labor creativa de estas sedas realizadas con esta técnica virtuosa; a través de pantallas de plasma y ayudados por la tecnología del gigapixel nos adentraremos en el alma de estos tejidos, de los que apreciaremos detalles conocidos hasta el momento sólo por los investigadores.
Las sedas andalusíes apreciadas y atesoradas por los cristianos, se conservaron en casullas, en fondos de relicarios o en vestiduras reales, pero sólo su revalorización por los coleccionistas del siglo XIX evitó su pérdida definitiva. En esta labor tuvieron especial importancia eruditos y coleccionistas como José Lázaro Galdiano que buscó sistemáticamente los restos de tejidos medievales existentes o el investigador D. Manuel Gómez-Moreno Martínez, pionero en el estudio de estas piezas y que descubrió el principal yacimiento de tejidos medievales en el monasterio de Las Huelgas.
Thursday, June 28, 2012
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