quem somos
QUEM SOMOS
O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.
Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.
Direcção e coordenação: Maria João Franco.
O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.
Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.
Direcção e coordenação: Maria João Franco.
Sunday, June 9, 2013
Wednesday, June 5, 2013
Saturday, June 1, 2013
RUY DE CARVALHO _ juntemos a nossa à sua VOZ
Carta de Rui de Carvalho
Senhores Ministros:
Tenho 86 anos, e modéstia à parte, sempre honrei o meu país pela forma como o representei em todos os palcos, portugueses e estrangeiros, sem pedir nada em troca senão respeito, consideração, abertura – sobretudo aos novos talentos -, e seriedade na forma como o Estado encara o meu papel como cidadão e como artista.
Vivi a guerra de 36/40 com o mesmo cinto com que todos os p...ortugueses apertaram as ilhargas. Sofri a mordaça de um regime que durante 48 anos reprimiu tudo o que era cultura e liberdade de um povo para o qual sempre tive o maior orgulho em trabalhar. Sofri como todos, os condicionamentos da descolonização. Vivi o 25 de Abril com uma esperança renovada, e alegrei-me pela conquista do voto, como se isso fosse um epítome libertador.![]()
Subi aos palcos centenas, senão milhares de vezes, da forma que melhor sei, porque para tal muito trabalhei.
Continuei a votar, a despeito das mentiras que os políticos utilizaram para me afastar do Teatro Nacional. Contudo, voltei a esse teatro pelo respeito que o meu público me merece, muito embora já coxo pelo desencanto das políticas culturais de todos os partidos, sem excepção, porque todos vós sois cúmplices da acrescida miséria com que se tem pintado o panorama cultural português.
Hoje, para o Fisco, deixei de ser Actor…e comigo, todos os meus colegas Actores e restantes Artistas destes país - colegas que muito prezo e gostava de poder defender.
Tudo isto ao fim de setenta anos de carreira! É fascinante.
Francamente, não sei para que servem as comendas, as medalhas e as Ordens, que de vez em quando me penduram ao peito?
Tenho 86 anos, volto a dizer, para que ninguém esqueça o meu direito a não ser incomodado pela raiva miudinha de um Ministério das Finanças, que insiste em afirmar, perante o silêncio do Primeiro-Ministro e os olhos baixos do Presidente da República, de que eu não sou actor, que não tenho direito aos benefícios fiscais, que estão consagrados na lei, e que o meu trabalho não pode ser considerado como propriedade intelectual.
Tenho pena de ter chegado a esta idade para assistir angustiado à rapina com que o fisco está a executar o músculo da cultura portuguesa. Estamos a reduzir tudo a zero... a zeros, dando cobertura a uma gigantesca transferência dos rendimentos de quem nada tem para os que têm cada vez mais.
É lamentável e vergonhoso que não haja um único político com honestidade suficiente para se demarcar desta estúpida cumplicidade entre a incompetência e a maldade de quem foi eleito com toda a boa vontade, para conscientemente delapidar a esperança e o arbítrio de quem, afinal de contas, já nem nas anedotas é o verdadeiro dono de Portugal: nós todos!
É infame que o Direito e a Jurisprudência Comunitárias sirvam só para sustentar pontualmente as mentiras e os joguinhos de poder dos responsáveis governamentais, cujo curriculum, até hoje, tem manifestamente dado pouca relevância ao contexto da evolução sociocultural do nosso povo. A cegueira dos senhores do poder afasta-me do voto, da confiança política, e mais grave ainda, da vontade de conviver com quem não me respeita e tem de mim a imagem de mais um velho, de alguém que se pode abusiva e irresponsavelmente tirar direitos e aumentar deveres.
É lamentável que o senhor Ministro das Finanças, não saiba o que são Direitos Conexos, e não queiram entender que um actor é sempre autor das suas interpretações – com diretos conexos, e que um intérprete e/ou executante não rege a vida dos outros por normas de Exel ou por ordens “superiores”, nem se esconde atrás de discursos catitas ou tiradas eleitoralistas para justificar o injustificável, institucionalizando o roubo, a falta de respeito como prática dos governos, de todos os governos, que, ao invés de procurarem a cumplicidade dos cidadãos, se servem da frieza tributária para fragilizar as esperanças e a honestidade de quem trabalha, de quem verdadeiramente trabalha.
Acima de tudo, Senhores Ministros, o que mais me agride, nem é o facto dos senhores prometerem resolver a coisa, e nada fazer, porque isso já é característica dos governos: o anunciar medidas e depois voltar atrás. Também não é o facto de pôr em dúvida a minha honestidade intelectual, embora isso me magoe de sobremaneira. É sobretudo o nojo pela forma como os seus serviços se dirigem aos contribuintes, tratando-nos como criminosos, ou potenciais delinquentes, sem olharem para trás, com uma arrogância autista que os leva a não verem que há um tempo para tudo, particularmente para serem educados com quem gera riqueza neste país, e naquilo que mais me toca em especial, que já é tempo de serem respeitadores da importância dos artistas, e que devem sê-lo sem medos e invejas desta nossa capacidade de combinar verdade cénica com artifício, que é no fundo esse nosso dom de criar, de ser co-autores, na forma, dos textos que representamos.
Permitam-me do alto dos meus 86 anos deixar-lhes um conselho: aproveitem e aprendam rapidamente, porque não tem muito tempo já. Aprendam que quando um povo se sacrifica pelo seu país, essa gente, é digna do maior respeito... porque quem não consegue respeitar, jamais será merecedor de respeito!
RUY DE CARVALHO
Monday, May 27, 2013
international presence at the collective art exhibition “body and bodies, transgressions and narratives” at mimo museum, leiria, portugal- robert flynt (photographer) and jochen dietrich (painter)
http://genovevaoliveira.wordpress.com/2013/05/26/international-presence-at-the-collective-art-exhibition-body-and-bodies-transgressions-and-narratives-robert-flynt-photographer-and-jochen-dietrich-painter/
Jochen Dietrich
Studies of art education at Siegen University; Dr. phil in Educational Sciences; Awarded study grant in the framework of the 4th Programme of “pépinières européennes pour jeunes artistes” 1996; artist in resident of Goethe Institut Porto Alegre, Br; Award of Excellence of Siegen University 2001. More than 50 single or group shows: Berlin, Capetown/SA, Frankfurt, Lisboa, Leiria, Paris, Porto Alegre, Siegen Rio, Rochester e Santa Fé, USA etc. Several books published, e.g. Vom Ansehen der Dinge, Athena Verlag, Oberhausen 2001; Medidas de Segurança, Ed. Fotogaleria ImagoLucis, Porto 2003; Viagens na terra deles, Ed. Ateliê da Imagem, Rio de Janeiro. Several scientific essays and other texts published.
Título: Todas elas eram belas
Materiais/Técnica: Acrílico sobre xerografias de fotografias p/b
Dimensões: 41,5×50,5
Ano: 1995
Nota: acervo do museu MiMo
Materiais/Técnica: Acrílico sobre xerografias de fotografias p/b
Dimensões: 41,5×50,5
Ano: 1995
Nota: acervo do museu MiMo
Title: All of them were beautiful
Materials/technique: Acrylic on xerografias photo p / b
Dimensions: 41,5×50,5
Year: 1995
Note: The art piece is part of the MiMo museum’s collection
Materials/technique: Acrylic on xerografias photo p / b
Dimensions: 41,5×50,5
Year: 1995
Note: The art piece is part of the MiMo museum’s collection
ROBERT FLYNT – E.U.A./ U.S.A.
EDUCATION:
1979
Post-graduate work in printmaking, Tyler School of Art, Rome, Italy
1978
B.F.A. with highest honors, Tyler School of Art, Philadelphia, PA
1976 & 1974
Skowhegan School of Painting and Sculpture, Skowhegan, ME
1975
New York Studio School in Paris
1974-1976
Attended Wesleyan University and School for Visual Arts of Boston University
1979
Post-graduate work in printmaking, Tyler School of Art, Rome, Italy
1978
B.F.A. with highest honors, Tyler School of Art, Philadelphia, PA
1976 & 1974
Skowhegan School of Painting and Sculpture, Skowhegan, ME
1975
New York Studio School in Paris
1974-1976
Attended Wesleyan University and School for Visual Arts of Boston University
Artist Statement
We look to (and at) images to find information: practical, aesthetic, erotic, and points between or overlapping. We are often seduced; we believe the photograph’s illusory diorama of a point in time, the map or chart’s authoritative organization of fact. My primary concern is to re-imagine the human body – in relation to its own assumed/perceived structure, as well as to “others” (other bodies, spaces, systems). Each image is the intersection of two layers: one a photograph I have taken of a figure (usually underwater), the other a found photograph or textbook diagram. In combining two often contradictory vocabularies, I am hoping to subvert their ostensible subject while harnessing their respective power(s). The goal is a meaning beyond or between the boundaries of their individual language: the authority of the diagram, the inscribed ideals of the classical art reference, the sentimentality or “family values” of the vernacular found photograph. Juxtaposed to the metaphoric submerged or fragmented figure, a jangling dialog is created that ranges from the reinforcing to the ridiculous.
Can we finally see more than we know?
Can we finally see more than we know?
Saturday, May 25, 2013
Wednesday, May 22, 2013
Corpos e Corpos, Transgressões e Narrativas
![]() |
| MiMo Museu da Imagem Leiria |
Text BY THE ART CURATOR Genoveva Oliveira
Contemporaneity leads us to a discussion around a perspective of the post-modern body or the post-human body. The body is the last frontier to cross or to decode. The collective exhibition of modern art “Corpo e Corpos, transgressões e narrativas/Body and Bodies, transgressions and narratives” appeals to the definition of a human being whose identity is always under construction and intertwined to a cultural context. Bodies reflect, at times, a plural dissonance, a balanced swinging. Sometimes, they are androgynous bodies, enthusiastic in gestures, inspiring in sexual suggestions, but esthetically beautiful (Alexandre Batista’s work). Sexuality can be approached under an immensity of perspectives, as the restlessness of emotions, actions and meanings in an quest enraptured by desire (Maria João Franco, Filipe Curado and Nelson Dias’s works).
“Body and Bodies, transgressions and narratives” reveals five supports (painting, sculpture, photography, dance and video), five experiences of guest artists and artists whose work embodies the museum collection, that not only reflect a conceptual and formal investigation, but also narrate a new way that opens itself to the exploring of the bodily dimension and its performance (Helena Beatriz/ Escola Annarella e Jochen Dietrich’ works). A construction that is sometimes ambiguous and codified in its appearance by the several social discourses. The relation of the woman figure, sometimes the heroin, others an anonymous character, is analyzed and reflected in the issues about physical and psychological violence, as well as in other gender problems perceivable in the works of Andrea Inocêncio, Isabel Lima and Carla Cruz, where the clearly Portuguese symbolical references are present, as an integral part of the pressing challenges of the contemporary society.
Sometimes, the speech is also an allegorical construction referring to a technological intervention about the human body that stimulates measurement rhetoric of the degree of invasion of privacy, and questions the limits of the private and public sphere, given that space is a web of plans of action where each one executes, in simplicity and with meaning (Paulo Henrique’s work).
A contemporaneidade lega-nos à discussão em torno de uma perspectiva do corpo pós- moderno ou pós-humano. O corpo é a ultima fronteira a atravessar ou a descodificar. A exposição colectiva de arte contemporânea “Corpo e Corpos, transgressões e narrativas/Body and Bodies, transgressions and narratives” apela para a definição de um ser humano onde a identidade está sempre em construção e interligada a um contexto cultural. Os corpos reflectem por vezes uma dissonância plural, um equilíbrio desequilibrante, por vezes, são corpos andróginos, aficionados nos gestos, inspiradores nas sugestões sexuais, mas esteticamente positivos (obra de Alexandre Batista). A sexualidade pode ser abordada sob uma imensidade de perspectivas como o desassossego de sentimentos, acções e significados na procura arrebatada de desejo (obras de Maria João Franco, Filipe Curado e Nelson Dias).
“Corpo e Corpos, transgressões e narrativas” revela cinco suportes (Pintura, escultura, fotografia, dança, vídeo), cinco experiências de artistas convidados e artistas cuja obra incorpora o acervo do museu, que reflectem uma investigação conceptual e formal, mas também narram um novo caminho que se abre à exploração da dimensão corporal e da sua performance (obras de Helena Beatriz/ Escola Annarella e Jochen Dietrich), uma construção, por vezes, ambígua e codificada no seu aspecto pelos diversos discursos sociais. A relação da figura da mulher, por vezes heroína, por vezes personagem anónima ou omitida é analisada e reflectida nas questões sobre a violência física e psicológica, bem como outras problemáticas de género visíveis nas obras das artistas Andrea Inocêncio, Isabel Lima e Carla Cruz, onde as referências simbólicas marcadamente portuguesas estão presentes, como parte integrante dos desafios prementes da sociedade contemporânea.
Por vezes, o discurso é também uma construção alegórica referente a uma intervenção tecnológica sobre o corpo humano onde estimula a retórica de medição do grau da invasão da privacidade e interroga os limites da esfera publica e privada, sendo o espaço uma teia de planos de acção onde cada um executa, em simplicidade e com significado (obra de Paulo Henrique). http://
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