quem somos

QUEM SOMOS







O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.

Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.


Direcção e coordenação: Maria João Franco.
https://www.facebook.com/mariajoaofranco.obra
contactos:
franco.mariajoao@gmail.com
+351 919276762


Saturday, June 15, 2013

19 º Aniversário do MAC- Movimento Arte Contemporânea,






Dia 25 de Junho (terça-feira) pelas 18:30.

Abertura das exposições colectivas de Artes Plásticas
 comemorativas do 

19 º Aniversário do MAC- Movimento Arte Contemporânea,

 na Avenida Álvares Cabral 58-60, 1250-018 Lisboa
 e na Rua do Sol ao Rato 9C, 1250- 260 Lisboa.

As exposições estarão patentes ao público a partir de 25 de Junho
 até ao final de Setembro de  2013, 
com interrupção para férias de 03 a 20 de Agosto de 2013, inclusive. 






Saturday, June 1, 2013

RUY DE CARVALHO _ juntemos a nossa à sua VOZ


 
 
 

Carta de Rui de Carvalho

 Senhores Ministros:
Tenho 86 anos, e modéstia à parte, sempre honrei o meu país pela forma como o representei em todos os palcos, portugueses e estrangeiros, sem pedir nada em troca senão respeito, consideração, abertura – sobretudo aos novos talentos -, e seriedade na forma como o Estado encara o meu papel como cidadão e como artista.
Vivi a guerra de 36/40 com o mesmo cinto com que todos os p...ortugueses apertaram as ilhargas. Sofri a mordaça de um regime que durante 48 anos reprimiu tudo o que era cultura e liberdade de um povo para o qual sempre tive o maior orgulho em trabalhar. Sofri como todos, os condicionamentos da descolonização. Vivi o 25 de Abril com uma esperança renovada, e alegrei-me pela conquista do voto, como se isso fosse um epítome libertador.
Subi aos palcos centenas, senão milhares de vezes, da forma que melhor sei, porque para tal muito trabalhei.
Continuei a votar, a despeito das mentiras que os políticos utilizaram para me afastar do Teatro Nacional. Contudo, voltei a esse teatro pelo respeito que o meu público me merece, muito embora já coxo pelo desencanto das políticas culturais de todos os partidos, sem excepção, porque todos vós sois cúmplices da acrescida miséria com que se tem pintado o panorama cultural português.
Hoje, para o Fisco, deixei de ser Actor…e comigo, todos os meus colegas Actores e restantes Artistas destes país - colegas que muito prezo e gostava de poder defender.

Tudo isto ao fim de setenta anos de carreira! É fascinante.
Francamente, não sei para que servem as comendas, as medalhas e as Ordens, que de vez em quando me penduram ao peito?
Tenho 86 anos, volto a dizer, para que ninguém esqueça o meu direito a não ser incomodado pela raiva miudinha de um Ministério das Finanças, que insiste em afirmar, perante o silêncio do Primeiro-Ministro e os olhos baixos do Presidente da República, de que eu não sou actor, que não tenho direito aos benefícios fiscais, que estão consagrados na lei, e que o meu trabalho não pode ser considerado como propriedade intelectual.
Tenho pena de ter chegado a esta idade para assistir angustiado à rapina com que o fisco está a executar o músculo da cultura portuguesa. Estamos a reduzir tudo a zero... a zeros, dando cobertura a uma gigantesca transferência dos rendimentos de quem nada tem para os que têm cada vez mais.
É lamentável e vergonhoso que não haja um único político com honestidade suficiente para se demarcar desta estúpida cumplicidade entre a incompetência e a maldade de quem foi eleito com toda a boa vontade, para conscientemente delapidar a esperança e o arbítrio de quem, afinal de contas, já nem nas anedotas é o verdadeiro dono de Portugal: nós todos!
É infame que o Direito e a Jurisprudência Comunitárias sirvam só para sustentar pontualmente as mentiras e os joguinhos de poder dos responsáveis governamentais, cujo curriculum, até hoje, tem manifestamente dado pouca relevância ao contexto da evolução sociocultural do nosso povo. A cegueira dos senhores do poder afasta-me do voto, da confiança política, e mais grave ainda, da vontade de conviver com quem não me respeita e tem de mim a imagem de mais um velho, de alguém que se pode abusiva e irresponsavelmente tirar direitos e aumentar deveres.
É lamentável que o senhor Ministro das Finanças, não saiba o que são Direitos Conexos, e não queiram entender que um actor é sempre autor das suas interpretações – com diretos conexos, e que um intérprete e/ou executante não rege a vida dos outros por normas de Exel ou por ordens “superiores”, nem se esconde atrás de discursos catitas ou tiradas eleitoralistas para justificar o injustificável, institucionalizando o roubo, a falta de respeito como prática dos governos, de todos os governos, que, ao invés de procurarem a cumplicidade dos cidadãos, se servem da frieza tributária para fragilizar as esperanças e a honestidade de quem trabalha, de quem verdadeiramente trabalha.
Acima de tudo, Senhores Ministros, o que mais me agride, nem é o facto dos senhores prometerem resolver a coisa, e nada fazer, porque isso já é característica dos governos: o anunciar medidas e depois voltar atrás. Também não é o facto de pôr em dúvida a minha honestidade intelectual, embora isso me magoe de sobremaneira. É sobretudo o nojo pela forma como os seus serviços se dirigem aos contribuintes, tratando-nos como criminosos, ou potenciais delinquentes, sem olharem para trás, com uma arrogância autista que os leva a não verem que há um tempo para tudo, particularmente para serem educados com quem gera riqueza neste país, e naquilo que mais me toca em especial, que já é tempo de serem respeitadores da importância dos artistas, e que devem sê-lo sem medos e invejas desta nossa capacidade de combinar verdade cénica com artifício, que é no fundo esse nosso dom de criar, de ser co-autores, na forma, dos textos que representamos.
Permitam-me do alto dos meus 86 anos deixar-lhes um conselho: aproveitem e aprendam rapidamente, porque não tem muito tempo já. Aprendam que quando um povo se sacrifica pelo seu país, essa gente, é digna do maior respeito... porque quem não consegue respeitar, jamais será merecedor de respeito!

RUY DE CARVALHO

Monday, May 27, 2013

visita orientada à exposição “corpo e corpos, transgressões e narrativas”, no museu mimo, leiria, 25 de maio de 2013


visita orientada à exposição “corpo e corpos, transgressões e narrativas”, no museu mimo, leiria, 25 de maio de 2013 – tour guided by the curator genoveva oliveira to the art exhibition “body and bodies, transgressions and narratives”

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Bailado de Helena Beatriz
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international presence at the collective art exhibition “body and bodies, transgressions and narratives” at mimo museum, leiria, portugal- robert flynt (photographer) and jochen dietrich (painter)

http://genovevaoliveira.wordpress.com/2013/05/26/international-presence-at-the-collective-art-exhibition-body-and-bodies-transgressions-and-narratives-robert-flynt-photographer-and-jochen-dietrich-painter/

JOCHEN DIETRICH – ALEMANHA/GERMANYDSC06157
Jochen Dietrich
Studies of art education at Siegen University; Dr. phil in Educational Sciences; Awarded study grant in the framework of the 4th Programme of “pépinières européennes pour jeunes artistes” 1996; artist in resident of Goethe Institut Porto Alegre, Br; Award of Excellence of Siegen University 2001. More than 50 single or group shows: Berlin, Capetown/SA, Frankfurt, Lisboa, Leiria, Paris, Porto Alegre, Siegen Rio, Rochester e Santa Fé, USA etc. Several books published, e.g. Vom Ansehen der Dinge, Athena Verlag, Oberhausen 2001; Medidas de Segurança, Ed. Fotogaleria ImagoLucis, Porto 2003; Viagens na terra deles, Ed. Ateliê da Imagem, Rio de Janeiro. Several scientific essays and other texts published.
Título: Todas elas eram belas
Materiais/Técnica: Acrílico sobre xerografias de fotografias p/b
Dimensões: 41,5×50,5
Ano: 1995
Nota: acervo do museu MiMo
Title: All of them were beautiful
Materials/technique: Acrylic on xerografias photo p / b
Dimensions: 41,5×50,5
Year: 1995
Note: The art piece is part of the MiMo museum’s collection
ROBERT FLYNT – E.U.A./ U.S.A.
EDUCATION:
1979
Post-graduate work in printmaking, Tyler School of Art, Rome, Italy
1978
B.F.A. with highest honors, Tyler School of Art, Philadelphia, PA
1976 & 1974
Skowhegan School of Painting and Sculpture, Skowhegan, ME
1975
New York Studio School in Paris
1974-1976
Attended Wesleyan University and School for Visual Arts of Boston University
Artist Statement
We look to (and at) images to find information: practical, aesthetic, erotic, and points between or overlapping. We are often seduced; we believe the photograph’s illusory diorama of a point in time, the map or chart’s authoritative organization of fact. My primary concern is to re-imagine the human body – in relation to its own assumed/perceived structure, as well as to “others” (other bodies, spaces, systems). Each image is the intersection of two layers: one a photograph I have taken of a figure (usually underwater), the other a found photograph or textbook diagram. In combining two often contradictory vocabularies, I am hoping to subvert their ostensible subject while harnessing their respective power(s). The goal is a meaning beyond or between the boundaries of their individual language: the authority of the diagram, the inscribed ideals of the classical art reference, the sentimentality or “family values” of the vernacular found photograph. Juxtaposed to the metaphoric submerged or fragmented figure, a jangling dialog is created that ranges from the reinforcing to the ridiculous.
Can we finally see more than we know?
Minimally Invasive, artist model-dance - Paulo Henrique - Photo Robert FLYNT
Minimally Invasive, artist model-dance – Paulo Henrique – Photo Robert FLYNT

Saturday, May 25, 2013