quem somos

QUEM SOMOS







O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.

Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.


Direcção e coordenação: Maria João Franco.
https://www.facebook.com/mariajoaofranco.obra
contactos:
franco.mariajoao@gmail.com
+351 919276762


Thursday, October 15, 2015

CONFERÊNCIA DE VITOR SERRÃO :«Luis de Morales e a pintura maneirista portuguesa»

«Luis de Morales y la pintura manierista portuguesa: sus obras en Evora y Elvas, y expresión del 'moralesco' en los pintores Francisco João, Diogo Teixeira y Fernão Gomes».

RESUMO: As influências deixadas na arte portuguesa por Luis de Morales, el Divino (c. 1510-1586), que chega a trabalhar para Évora (em São Domingos, 1565) e Elvas (na Sé, 1577-79) foram decisivas sob o ponto de vista da renovação de modelos artísticos, ao acentuar um gosto que aqui se designa por «moralesco» e que foi seguido por vários artistas, sobretudo no Sul, caso especial do eborense Francisco João (1539-1595). A pintura de Morales, tão marcada nos seus valores de ascetismo e de acesa espiritualidade pelo pensamento de Frei Luís de Granada, como se atesta nas suas tão popularizadas tabuínhas com a Virgem e o Menino e as Piedades de inflamado 'pathos', teve grande repercussão no mercado lusitano do final do século XVI, a nível do culto doméstico e conventual e influenciou muitos artistas desta última geração maneirista, desde Diogo Teixeira e Simão Rodrigues a Fernão Gomes.
Actividade conhecida de Luís de Morales em Portugal
--- 1547. Pinta, segundo se lê na crónica de frei Luís de Sousa (1623), um desaparecido Calvário para a igreja de Santa Catarina de Sena em Évora.
--- 1564-1566. Pinta as cinco tábuas do antigo retábulo do mosteiro de São Domingos de Évora (de que restam duas tábuas no Museu de Évora) e o Ecce Homo da sacristia (hoje no MNAA).
--- 1565 c. Forma, nesses anos, um presumível discípulo português, o pintor eborense Francisco João.
--- 1565 c. Pinturas de Morales integram a pinacoteca do Duque de Bragança D. Teodósio I, no Palácio de Vila Viçosa.
--- 1577-1579. Pinta os seis painéis do antigo retábulo da Sé de Elvas.
--- 1585 c. Pinta, com colaboradores (Francisco Flores ?), cinco tábuas para o altar de Nossa Senhora do Carmo da Sé de Portalegre
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do facebook

Wednesday, October 14, 2015

Baú das Melancolias

https://issuu.com/jornal_regiao_de_leiria/docs/regiao_0001_10out1935_screen/8?e=0


Maria João Franco, na Galeria Quattro.






No próximo dia 28 de Novembro, pelas 16h
,
 iremos inaugurar a exposição "CORPOS DE MIM, AINDA...",

 da artista Maria João Franco,


 na Galeria Quattro.


A exposição ficará patente até ao dia 15 de Janeiro de 2016.



Maria João Franco nasceu em 1945. Estudou pintura na Escola de Belas Artes de Lisboa. Participou em numerosos exposições coletivas desde 1982 e em várias exposições individuais desde 1985.
Representações: Museu de Setúbal; Cooperativa de Gravadores Português, gravura Lisboa, Culturgest,Amadora e Abrantes; Teatro Miguel Franco, Museu da Água da EPAL, em Lisboa; colecções particulares em Portugal, Itália, Espanha, França, Suíça, Brasil, EUA e Países Baixos. Em maio de 2012 foi premiada com a Medalha de Prata da Cidade de Leiria.





Manuel Guimarães, sonhador indómito





Integrada nas comemorações do centenário do nascimento do cineasta Manuel Guimarães, inaugura no próximo dia 17 de outubro, no Museu do Neo-Realismo, a Exposição “Manuel Guimarães, sonhador indómito”.

Tal como nos refere a curadora da exposição, Leonor Areal, “Esta exposição vem fazer luz sobre um cineasta importante e ingloriamente malogrado. Único realizador neorrealista do cinema português, deixou uma obra ímpar, construída tenazmente contra todas as adversidades e mutilada sem perdão pela Censura de então”.

A Exposição, que ocupa todo o piso 1 do Museu, estará patente até 30 de abril de 2016.



O Vice-Presidente da Câmara Municipal

Fernando Paulo Ferreira

Gabinete de Comunicação e Imagem
 


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MANUEL GUIMARÃES ||| O CRIME DE ALDEIA VELHA sobre obra homónima de Bernardo Santareno

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Picasso - esculturas