quem somos
QUEM SOMOS
O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.
Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.
Direcção e coordenação: Maria João Franco.
O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.
Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.
Direcção e coordenação: Maria João Franco.
Monday, September 26, 2016
RAVALUSI /ESPAÇO DE ARTE
O "Ravalusi espaço de arte" está a caminho de dar inicio à sua partilha com os amigos que já aderiram ao Projecto Arte...
SILVESTRE RAPOSO - AS GRANDES INICITIVAS
Silvestre Raposo cria o ateliê, Ravalusi espaço de Arte, em Salvaterra de Magos e partilha-o com os seus amigos pintores, escultores, ceramistas, joalheiros, escritores. O Espaço é um ateliê aberto a todos os amigos artistas/autores que desejem participar no seu Projecto Arte. Projecto que envolve Exposições, Workshop, Apresentações e a criação de Gala para entrega a vários autores, do seu troféu de reconhecimento/mérito, inerente não só à carreira e obra por eles realizada, mas também como agradecimento pela colaboração prestada.
Aquilo que para qualquer pessoa seria a realização do sonho de uma vida, para este Homem é só um passo mais, na sua realização como Ser humano.
Chegou a Salvaterra de Magos no verão de 2014 para visitar um amigo e ficou. Trazendo na bagagem uma sacola cheia de ideias prontamente as partilhou, fez proposta à Autarquia que levou a efeito, com a sua coordenação, a 1ª edição do Prémio Infante D. Luís às Artes na categoria de Pintura em 2016 e que em 2017 realizará a 2ª edição de Pintura e a 1ª de Escultura. Foi a ligação entre a Faculdade de Belas Artes e a Câmara de Salvaterra para assinatura de Protocolo de cooperação. Lançou em 2015 três livros, sendo um deles de poesia e fotos sobre Chefchaouen a cidade azul de Marrocos, cuja apresentação teve lugar na famosa Cabana dos Parodiantes, onde foi também moderador de debate sobre economia. Criou amigos e foi ficando, repartindo os seus dias entre Vila Nova de S. Bento e Salvaterra de Magos. Projectou e criou, o Memorial aos mortos da 1ª Guerra Mundial e Guerra Colonial, cuja parte escultórica também executou e, que, foi erguido em 2016 em Salvaterra de Magos. Trabalha as suas esculturas em Foros de Salvaterra na Firma Hélder Pires a quem agradece a amizade e disponibilidade. Sabemos que neste momento, entre outros projectos, trabalha em peças com destino a Mértola e Messines.
Dá aulas de Pintura/Desenho na Universidade Sénior de Salvaterra de Magos, em regime de voluntariado, tendo realizado aqui até ao momento, uma exposição individual na Galeria da Falcoaria Real e participado em duas no Edifício do Cais da Vala e outra no Batuke em Marinhais. Paralelamente participa em exposições colectivas em Coruche, Moita, Ponte de Sor, Biblioteca da FLULisboa, Vidigueira e uma Individual retrospectiva na Imargem em Almada.
Para uns, tanto trabalho parece impossível realizar, mas para quem convive com ele dia a dia percebe facilmente a sua enorme capacidade de trabalho e que consegue tudo isto e muito mais. Um dinamismo que a uns contagia e, que a outros incomoda, mas que a ninguém deixa indiferente. Um exemplo de dinamismo, de vontade de partilhar e realizar. Parabéns pelo exemplo e iniciativas. Desejamos que o seu Projecto Arte e demais iniciativas tenham o sucesso que merecem.
Salvaterra de Magos 25/09/16
A F
Chegou a Salvaterra de Magos no verão de 2014 para visitar um amigo e ficou. Trazendo na bagagem uma sacola cheia de ideias prontamente as partilhou, fez proposta à Autarquia que levou a efeito, com a sua coordenação, a 1ª edição do Prémio Infante D. Luís às Artes na categoria de Pintura em 2016 e que em 2017 realizará a 2ª edição de Pintura e a 1ª de Escultura. Foi a ligação entre a Faculdade de Belas Artes e a Câmara de Salvaterra para assinatura de Protocolo de cooperação. Lançou em 2015 três livros, sendo um deles de poesia e fotos sobre Chefchaouen a cidade azul de Marrocos, cuja apresentação teve lugar na famosa Cabana dos Parodiantes, onde foi também moderador de debate sobre economia. Criou amigos e foi ficando, repartindo os seus dias entre Vila Nova de S. Bento e Salvaterra de Magos. Projectou e criou, o Memorial aos mortos da 1ª Guerra Mundial e Guerra Colonial, cuja parte escultórica também executou e, que, foi erguido em 2016 em Salvaterra de Magos. Trabalha as suas esculturas em Foros de Salvaterra na Firma Hélder Pires a quem agradece a amizade e disponibilidade. Sabemos que neste momento, entre outros projectos, trabalha em peças com destino a Mértola e Messines.
Dá aulas de Pintura/Desenho na Universidade Sénior de Salvaterra de Magos, em regime de voluntariado, tendo realizado aqui até ao momento, uma exposição individual na Galeria da Falcoaria Real e participado em duas no Edifício do Cais da Vala e outra no Batuke em Marinhais. Paralelamente participa em exposições colectivas em Coruche, Moita, Ponte de Sor, Biblioteca da FLULisboa, Vidigueira e uma Individual retrospectiva na Imargem em Almada.
Para uns, tanto trabalho parece impossível realizar, mas para quem convive com ele dia a dia percebe facilmente a sua enorme capacidade de trabalho e que consegue tudo isto e muito mais. Um dinamismo que a uns contagia e, que a outros incomoda, mas que a ninguém deixa indiferente. Um exemplo de dinamismo, de vontade de partilhar e realizar. Parabéns pelo exemplo e iniciativas. Desejamos que o seu Projecto Arte e demais iniciativas tenham o sucesso que merecem.
Salvaterra de Magos 25/09/16
A F
Saturday, September 10, 2016
MORREU UM DOS GRANDES ARTISTAS - ESC. JOSÉ RODRIGUES
UM DOS ARTISTAS QUE MARCARAM UMA GERAÇÃO.
O artista plástico José Rodrigues morreu neste sábado aos 79 anos. A notícia foi avançada pelo Jornal de Notícias e confirmada pelo PÚBLICO.
O escultor, que também se dedicava à pintura, ao desenho e à ilustração, foi um dos fundadores da Bienal de Vila Nova de Cerveira e da Cooperativa de Ensino Artístico Árvore.
Tinha entre as suas obras mais emblemáticos o Cubo da Ribeira e o monumento ao empresário, ambos no Porto.
Thursday, August 11, 2016
Friday, July 22, 2016
Morreu António Inverno
Morreu António Inverno

Morreu o artista plástico António Inverno. Tinha 71 anos e, além do seu trabalho como pintor e grande referência da serigrafia em Portugal, era também professor no Instituto Politécnico de Beja. À família enlutada, em particular aos seus dois filhos, o "CA" manifesta o seu profundo pesar.
Para homenagear a memória de António Inverno, publicamos na íntegra um artigo do jornalista António José Brito, publicado há cinco anos no "CA", na sequência de uma entrevista concedida pelo artista plástico à extinta revista "30 DIAS".
"É COM AS ARTES QUE FAREI
DO MEU FILHO UM HOMEM"
"António Inverno é um homem muito simples. Muito culto. António Inverno é um alentejano de Monsaraz, que cresceu na Lisboa dos artistas, da PIDE e da vida boémia. Uma Lisboa onde se cansou de estar e que trocou por amor ao Alentejo.
Tem 66 anos e assume-se como "um homem livre". Um homem profundamente apaixonado pelo pequeno filho de oito anos que, lê-se nos seus olhos muito abertos e marejados, é o grande desafio para o resto da sua vida.
"É com as artes que farei o meu filho um homem. Se calhar fui mau pai para o primeiro, porque nunca atravessei uma rua para lhe comprar um brinquedo. A este sou capaz de correr o mundo para lhe comprar um lápis."
Mestre António em estado puro. Cristalino. Uma figura que se entremeia entre os silêncios sentidos, as memórias dolorosas, a vida cheia de luz e muito divertida.
Um pintor fulgurante, que calejou as saudades do Alentejo nas ruas da velha Lisboa. Traçando risco que, dizem, reflectem "a herança da utopia e do sonho do Alentejo". O que é isto, António? "Procuro inventar o mundo onde gostava de viver, com aqueles traços e aquelas formas. O Alentejo era um sonho "
Era! Pelos visto, para António Inverno, já não é. Não se sente maltratado ou atraiçoado. Mas sente falta da solidariedade de outrora. Da honestidade, do aperto de mão, do valor da palavra e da franqueza. Tudo parece ter mudado no Alentejo: "Encontro coisas que eu dizia que não minha terra nunca iriam acontecer mas estão aí! Estão aí."
No meio deste novelo de desassossegos, o pintor que encantou a Lisboa do Chiado e abriu caminho à serigrafia em Portugal, sente-se desperdiçado. Confessa-se "a empatar e a queimar o tempo"! "Não me fui embora porque tenho cá uma criança com oito anos de que gosto muito. Tenho aqui o meu querido filho, se não já tinha ido embora!"
DITADURA E LIBERDADE
Cercados pela dura mão de Salazar, em meados de Sessenta os portugueses estavam amordaçados. Também as artes estavam cercadas. A PIDE controlava a criatividade com dolorosas e implacáveis grilhetas.
Inconformado, António Inverno deu asas à serigrafia em Portugal e encheu as telas de motivos a reflectir inconformismo. Palavras de ordem a inundarem a vida, as ruas e as casas de cada um. "A serigrafia é o telegrama mais rápido do artista. Eu faço uma e multiplico-a em 200 exemplares, que vão para a casa das pessoas."
António Inverno torna-se conhecido, convive com os grandes nomes e ganha muito dinheiro. Podia ser hoje um homem muito rico! Não é. Essas fortunas deram-lhe campo para a generosidade. Tantas vezes para sacrifícios em nome de um gesto solidário.
" Ajudei muita gente! Houve pessoas que estudaram e formaram-se e foi o António Inverno que pagou. Ninguém me obrigou ou pediu. Mas fiz isso. Cheguei a proteger filhos de prostitutas, que morriam. Isso custa muito dinheiro. Eu também preciso de comprar bifes... mas nunca liguei ao dinheiro!"
in http://correioalentejo.com/?diaria=15245
Para homenagear a memória de António Inverno, publicamos na íntegra um artigo do jornalista António José Brito, publicado há cinco anos no "CA", na sequência de uma entrevista concedida pelo artista plástico à extinta revista "30 DIAS".
"É COM AS ARTES QUE FAREI
DO MEU FILHO UM HOMEM"
"António Inverno é um homem muito simples. Muito culto. António Inverno é um alentejano de Monsaraz, que cresceu na Lisboa dos artistas, da PIDE e da vida boémia. Uma Lisboa onde se cansou de estar e que trocou por amor ao Alentejo.
Tem 66 anos e assume-se como "um homem livre". Um homem profundamente apaixonado pelo pequeno filho de oito anos que, lê-se nos seus olhos muito abertos e marejados, é o grande desafio para o resto da sua vida.
"É com as artes que farei o meu filho um homem. Se calhar fui mau pai para o primeiro, porque nunca atravessei uma rua para lhe comprar um brinquedo. A este sou capaz de correr o mundo para lhe comprar um lápis."
Mestre António em estado puro. Cristalino. Uma figura que se entremeia entre os silêncios sentidos, as memórias dolorosas, a vida cheia de luz e muito divertida.
Um pintor fulgurante, que calejou as saudades do Alentejo nas ruas da velha Lisboa. Traçando risco que, dizem, reflectem "a herança da utopia e do sonho do Alentejo". O que é isto, António? "Procuro inventar o mundo onde gostava de viver, com aqueles traços e aquelas formas. O Alentejo era um sonho "
Era! Pelos visto, para António Inverno, já não é. Não se sente maltratado ou atraiçoado. Mas sente falta da solidariedade de outrora. Da honestidade, do aperto de mão, do valor da palavra e da franqueza. Tudo parece ter mudado no Alentejo: "Encontro coisas que eu dizia que não minha terra nunca iriam acontecer mas estão aí! Estão aí."
No meio deste novelo de desassossegos, o pintor que encantou a Lisboa do Chiado e abriu caminho à serigrafia em Portugal, sente-se desperdiçado. Confessa-se "a empatar e a queimar o tempo"! "Não me fui embora porque tenho cá uma criança com oito anos de que gosto muito. Tenho aqui o meu querido filho, se não já tinha ido embora!"
DITADURA E LIBERDADE
Cercados pela dura mão de Salazar, em meados de Sessenta os portugueses estavam amordaçados. Também as artes estavam cercadas. A PIDE controlava a criatividade com dolorosas e implacáveis grilhetas.
Inconformado, António Inverno deu asas à serigrafia em Portugal e encheu as telas de motivos a reflectir inconformismo. Palavras de ordem a inundarem a vida, as ruas e as casas de cada um. "A serigrafia é o telegrama mais rápido do artista. Eu faço uma e multiplico-a em 200 exemplares, que vão para a casa das pessoas."
António Inverno torna-se conhecido, convive com os grandes nomes e ganha muito dinheiro. Podia ser hoje um homem muito rico! Não é. Essas fortunas deram-lhe campo para a generosidade. Tantas vezes para sacrifícios em nome de um gesto solidário.
" Ajudei muita gente! Houve pessoas que estudaram e formaram-se e foi o António Inverno que pagou. Ninguém me obrigou ou pediu. Mas fiz isso. Cheguei a proteger filhos de prostitutas, que morriam. Isso custa muito dinheiro. Eu também preciso de comprar bifes... mas nunca liguei ao dinheiro!"
in http://correioalentejo.com/?diaria=15245
Wednesday, July 6, 2016
Galeria ARC 16 -Galeria de Arte /// Rua João de Deus - Faro /// inauguração do novo espaço
ARC 16 GALERIA
Rua João de Deus 26
Faro
___________________
Rico Sequeira
Maria João Franco
Teresa Dias Coelho
Mário Rodrigues
Eugénio Saranga
Lise Sainte Claire Deville
Gabriel Gutierrez
Sussurro
Leandro Sidoncha
Direcção : Dr José Mendes de Morais
contacto : 961529695
email: Galeria.arc16@gmail.com
Rua João de Deus, 26, 8000-368 Faro
TEL 289 095024 FAX 289 142871 TLM 96 1529697
NPC:505460130 ROA 23/2001
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