quem somos
QUEM SOMOS
O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.
Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.
Direcção e coordenação: Maria João Franco.
O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.
Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.
Direcção e coordenação: Maria João Franco.
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Friday, October 16, 2009
Thursday, October 15, 2009
Thursday, October 8, 2009
"não! não abro mão da minha maré" /MAC-Movimento Arte Contemporânea

MAC-Movimento Arte Contemporânea
Não!Não abro mão da minha maré.
As escarpas negras envoltas nas espumas
que o mar arremessa
escorrem mar adentro
como a pele que dispo para te envolver.
E tu sabes
Que eu sei
Que nunca aconteces.
E que te quero.
Maria João Franco
O MAC-Movimento Arte Contemporânea
O MAC-Movimento Arte Contemporânea
inaugura a exposição comemorativa dos
45 anos de carreira de Maria João Franco
"não! não abro mão da minha maré"
no dia 3 de Novembro de 2009
A mostra estará patente até 27 de Novembro.
A mostra estará patente até 27 de Novembro.
MAC' Av. Álvares Cabral 58/60 Lisboa
texto de apresentação
Ao longo de mais de quarenta anos de carreira, Maria João Franco, tem vindo a ser uma intransigente pesquisadora de verdades e de liberdades interiores, não cessando de se transformar – mantem-se essencialmente fiel a si própria.Maria João Franco perfaz o contorno, realiza o movimento, concretiza a ideia num imaginário pictórico único que lhe atribui um lugar marcante nas artes plásticas portuguesas.A sua arte tem uma estreita relação com o corpo, com o corpo das coisas, com a ideia primeira de matéria mater, que refaz incessantemente numa busca interminável, como se procurasse o princípio e o fim de um todo que sente ser o nosso, mas, na sua pesquisa, anseia sempre por um fim ou princípio outro. Aqui assenta toda a diversidade da sua obra em que o fio condutor submerge e emerge, consentindo e confirmando toda a sua versatilidade como artista plástica, como criativa e como autora.No envolvimento, ora cálido e terno nas pinturas, ora dramático como bem escreve Rocha de Sousa:”nesta nudez lírica da carne brutalizada por destinos inomináveis é um grito sem fim pelos apocalipses que vivemos todos os dias, navegando à vista, lutando inutilmente contra a morte anunciada” que figura a nossa condição, e que confere harmonia, beleza e estranheza à trivialidade do quotidiano, sabe a autora fazer agir a vontade e o modo de subtrair riqueza plástica a um seu muito pessoal e rico universo imagético. O grafismo, aqui afirmado como elemento estilístico, afirma a autonomia da cor, que polariza e atrai a fluidez antropomórfica das formas, é na sua obra de uma importância fundamental.Fala-nos pela incidência da cor que transporta e assume o papel de interlocutor entre a obra e o espectador.Estamos agora perante uma artista sem hesitações, de um saber constante e ritmado, onde cada tomada de consciência nos abre o caminho para o seu mundo multidisciplinar, onde cada gesto tem o sabor de uma certeza.A arte de Maria João Franco, extraordinariamente sensível na fluidez da linguagem das formas, na vigorosa materialidade da cor, na força e no encanto da sua evasão e do seu êxtase, é uma fascinante e esplêndida aventura espiritual e técnica.As suas obras, são pois materialização de anseios e de sonhos, notas de realce, na Pintura Portuguesa Contemporânea.
A devoção e o grande profissionalismo, a continuidade e o grande empenho que Maria João Franco nos transmite nas suas obras, revelam-nos estar perante uma grande pintora e uma excelente artista, reconhecida não só em Portugal como internacionalmente.Também, o profissionalismo, agrado e companheirismo com que tem desempenhado junto do MAC, a realização de qualquer projecto que lhe seja proposto correspondendo sempre de forma eficaz e sem rodeios a toda a colaboração, de forma entusiástica e inequívoca a todos os nossos sonhos e anseios, faz de Maria João Franco um ser sempre desejado por nós , que dignifica esta casa e esta equipa, e de quem muito nos orgulhamos.Nesta exposição que agora nos apresenta, mostra-nos a sua constante evolução, a sua infatigável busca, a intranquila qualidade da sua poética, que faz de cada momento uma reencarnação imprevisível, uma nova conquista, um constante enriquecimento.O vigor e qualidade do conjunto destas obras fará, com toda a certeza, que Maria João Franco ocupe um significativo lugar cimeiro no conjunto dos pintores primeiros deste país pela excelência e raridade do conjunto da obra que vem construindo e a que já nos habituou, confirmando o seu grande talento e sobretudo a sua surpreendente e rara qualidade plástica e criativa.
A devoção e o grande profissionalismo, a continuidade e o grande empenho que Maria João Franco nos transmite nas suas obras, revelam-nos estar perante uma grande pintora e uma excelente artista, reconhecida não só em Portugal como internacionalmente.Também, o profissionalismo, agrado e companheirismo com que tem desempenhado junto do MAC, a realização de qualquer projecto que lhe seja proposto correspondendo sempre de forma eficaz e sem rodeios a toda a colaboração, de forma entusiástica e inequívoca a todos os nossos sonhos e anseios, faz de Maria João Franco um ser sempre desejado por nós , que dignifica esta casa e esta equipa, e de quem muito nos orgulhamos.Nesta exposição que agora nos apresenta, mostra-nos a sua constante evolução, a sua infatigável busca, a intranquila qualidade da sua poética, que faz de cada momento uma reencarnação imprevisível, uma nova conquista, um constante enriquecimento.O vigor e qualidade do conjunto destas obras fará, com toda a certeza, que Maria João Franco ocupe um significativo lugar cimeiro no conjunto dos pintores primeiros deste país pela excelência e raridade do conjunto da obra que vem construindo e a que já nos habituou, confirmando o seu grande talento e sobretudo a sua surpreendente e rara qualidade plástica e criativa.
Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC-Movimento Arte Contemporânea
Zeferino Silva
Director do MAC-Movimento Arte Contemporânea
Rua do Sol ao Rato,9C,1250-260 Lisboa
tel.21 385 07 89 / tm 96 267 05 32
Av. Álvares Cabral,58/60, 1250-018 Lisboa
tel. 21 386 72 15 / tm 96 267 05 32
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Thursday, March 20, 2008
Ainda "tu não aconteces,quando eu te quero"


Textos do catálogo da
Exposição de
Maria João Franco
patente no
Museu da Água
Maria João Franco perfaz o contorno, realiza o movimento, concretiza a ideia num imaginário pictórico único que lhe atribui um lugar marcante nas artes plásticas portuguesas.A sua arte tem uma estreita relação com o corpo, com o corpo das coisas, com a ideia primeira de matéria mater, que refaz incessantemente numa busca interminável, como se procurasse o princípio e o fim de um todo que sente ser o nosso, mas, na sua pesquisa, anseia sempre por um fim ou princípio outro.
Aqui assenta toda a diversidade da sua obra em que o fio condutor submerge e emerge, consentindo e confirmando toda a sua versatilidade como artista plástica, como criativa e autora.No envolvimento cálido e terno nas pinturas que figuram a nossa condição, e que confere harmonia e beleza à trivialidade do quotidiano, sabe-se a vontade e o modo de subtrair riqueza plástica a um seu muito pessoal universo imagético.O grafismo, aqui afirmado como elemento estilístico, afirma a autonomia da cor, que polariza e atrai a fluidez antropomórfica das formas, é na sua obra de uma importância fundamental.
Fala-nos pela incidência da cor que transporta e assume o papel de interlocutor entre a obra e o espectador.
Estamos agora perante uma artista sem hesitações, de um saber constante e ritmado, onde cada tomada de consciência nos abre o caminho para o seu mundo multidisciplinar, onde cada gesto tem o sabor de uma certeza.A arte de Maria João Franco, extraordinariamente sensível na fluidez da linguagem das formas, na vigorosa materialidade da cor, na força e no encanto da sua evasão e do seu êxtase, é uma fascinante e esplêndida aventura espiritual e técnica.As suas obras, são pois materialização de anseios e de sonhos, notas de realce, na Pintura Portuguesa Contemporânea.A devoção e o grande profissionalismo, a continuidade e o grande empenho que Maria João Franco nos transmite nas suas obras, revelam-nos estar perante uma grande pintora e uma excelente artista, reconhecida não só em Portugal como internacionalmenteEm “tu não aconteces, quando eu te quero” título da exposição que agora nos apresenta no MUSEU DA ÁGUA, mostra-nos a sua constante evolução, a sua busca sem fadiga, a qualidade intranquila da sua poética, que faz de cada momento uma reencarnação imprevisível, nova uma conquista, um constante enriquecimento.O vigor e qualidade do conjunto destas obras fará, com toda a certeza, que ele ocupe um significativo lugar na excelente pintura que Maria João Franco vem construindo e a que já nos habituou, confirmando o grande talento e sobretudo a surpreendente qualidade técnica e criativa desta grande artista das artes plásticas do nosso país.
Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC-Movimento Arte Contemporânea
________________________________Tu não aconteces, quando eu te quero
A obra de Maria João Franco é talvez o último reduto de sensualidade neste mundo cada vez mais individualista e asséptico.
É pura poesia que habita na tela, na construção da cor e verbo — na palavra que é indissociável da obra final.Mais do que uma linguagem estética e uma metalinguagem através da palavra a artista criou uma translinguistica que contempla ambas.Uma translinguististica sobre o amor, sobre o corpo, sobre a sensualidade, sobre nós e sobre como nos relacionamos no tocar da pele, sobre o respeito no fogo do prazer, sobre a sacralidade da água que escorre de nós no extâse.“Tu não aconteces, quando eu te quero” é uma exposiçãosobre a dádiva e a negação no amor.Porque quando amamos e queremos e o outro ser não acontece, morre um pedaço de nós.Ensombra-se a claridade do amor puro e pára o movimento para a frente que o distingue.
A Maria João Franco pinta esse jogo de claridade e sombra dos corpos e das almas, conhece dimensões imperceptíveis do amor e estuda o Mistério.
Fala-nos de mulheres e homens que não se contentam em ser comuns e tentam ser Deus.
Agradeço à Maria João Franco a reverência do amor e a sua arte belíssima e ao Álvaro Lobato de Faria o desafio permanente de unir e de desenvolver.
Margarida Ruas Gil Costa
Directora do Museu da Água
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Sunday, September 9, 2007
"As Formas do Existir" - Retrospectiva de Nelson Dias

"As Formas do Existir"
Vai decorrer no MAC-Movimento Arte Contemporânea,no dia 16 de Outubro pelas 19 horas, em Lisboa no espaço MAC daAv. Álvares Cabral,58-60, a primeira retrospectiva de Nelson Dias,pintor cujo desaparecimento em 1993,deixou um grande espaço por descobrir no panorama da Pintura Portuguesa.Nelson Dias fazia parte integrante do corpo docente da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Foi ainda o autor da Banda Desenhada,"Wanya,Escala em Orongo",que mereceu as melhores referências da crítica especializada.Para os apreciadores de Pintura a um nível superior ,é uma exposição a divulgar e para meditar sobre os verdadeiros valores da estética contemporânea.
Lisboa ,9 de Setembro de 2007
Maria João Franco
Lisboa ,9 de Setembro de 2007
Maria João Franco
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It will occur at the MAC - Contemporary Art Movement, at the 16th of October , 7 p.m. in Lisbon, Av. Álvares Cabral MAC room, the first retrospective of Nelson Dias, a painter whose disappearance in 1993, left a discovery lack at the Portuguese Art Scene. Nelson Dias was part of the docent body of the Lisbon Art School. He was still the creator of "Wanya - Escala em Orongo" comics, which deserved the best referencies of the specialized critical. To the appreciators of Painting on a high level, it is an exhibition to spread and meditate about the true values of contemporary aesthetical.
Maria joão Franco
Maria joão Franco
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