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O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.

Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.


Direcção e coordenação: Maria João Franco.
https://www.facebook.com/mariajoaofranco.obra
contactos:
franco.mariajoao@gmail.com
+351 919276762

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Sunday, November 1, 2015

“SemConsenso, Banda Desenhada, Ilustração e Política"


No próximo dia 31 de outubro o Museu do Neo-Realismo inaugura a exposição “SemConsenso, BandaDesenhada, Ilustração e Política”. Com curadoria de Pedro Moura, “esta exposição é uma mostra de vários trabalhos advindos do universo contemporâneo português na criação da banda desenhada, cartoon e ilustração, com implicações no conceito do político” e integra trabalhos de um conjunto de 20 artistas.


Com um conceito expositivo inovador, a exposição assenta no diálogo dos trabalhos destes artistas (desde objetos originais a publicações e reproduções feitas em forma site-specific) com os diversos espaços do Museu.

Após a inauguração haverá um Plenário de Artistas, no Auditório do Museu, com as presenças de Pedro Moura, João Paulo Cotrim e artistas.

A exposição estará patente até ao dia 20 de março de 2016.



O Vice-Presidente da Câmara Municipal

Fernando Paulo Ferreira

Gabinete de Comunicação e Imagem


Tel.: 263 285 626

Fax:  263 284 814
Email: neorealismo@cm-vfxira.pt

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Wednesday, October 28, 2015

Jantar de despedida do Centenário do pintor LUIS DOURDIL.


A família do pintor LUIS DOURDIL

 Luis F.Dourdil e Maria Antonieta Figueiredo : informamos a todos os nossos amigos que desejem comparecer no dia 08 de Novembro no jantar de despedida do Centenário do pintor.
Saudações a todos 

https://www.facebook.com/luisdourdil/?fref=nf
http://luisdourdil.blogspot.pt/
http://www.rtp.pt/noticias/cultura/paineis-de-luis-dourdil-restaurados_v779899

No âmbito das Comemorações do Centenário do Nascimento do Pintor Luís Dourdil, a Câmara Municipal de Lisboa, o Café Império e a família do artista têm o maior gosto em convidar V. Exa. para o jantar de encerramento, que terá lugar no Café Império, no dia 8 de Novembro (Domingo), pelas 20h, seguido da dramatização do conto de Fernando Namora, 2 ovos ao fim da tarde sob a designação:   prOVOcação.
Agradecemos confirmação da presença até ao dia 5 de Novembro.

http://www.cafeimperio.pt/

A participação no jantar pode ser garantida, dentro dos lugares disponíveis, através de reserva para o Café Império tlm nº 919029012, disponível durante as tardes, mediante o pagamento de um preço especial.
Agradecendo todo o interesse, empenho e colaboração neste intenso e tão gratificante ano de Comemorações do Centenário do Nascimento do Pintor Luís Dourdil, envio os meus melhores cumprimentos,

Manuel Veiga
Diretor Municipal de Cultura
Câmara Municipal de Lisboa


POR EMAIL 
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Wednesday, May 16, 2012

"os brinquedos de outros tempos" na Casa Museu João de Deus





Casa Museu João de Deus  
“OS BRINQUEDOS DE OUTROS TEMPOS” 
DÃO MOTE A OFICINA CRIATIVA



Integrando a rúbrica Oficina “Mãos Travessas”, a Casa Museu João de Deus, em SB Messines, irá promover no próximo dia 17 de maio, pelas 15h30, o ateliê “As nossas tradições… os brinquedos de outros tempos”.

Nesta ação, dirigida a crianças entre os 3 e os 12 anos, os mais pequenos poderão criar através de diversas técnicas de artes plásticas, os seus próprios brinquedos, contextualizando-os no tempo e nas tradições locais.


  • Para mais informações sobre a atividade os interessados poderão contactar a Casa Museu João de Deus, através do telefone            282 330 189      , ou do endereço de correio eletrónico casamuseu.joaodeus@cm-silves.pt.  

http://issuu.com/municipiodesilves/docs/maio_casa_museu_jo_o_de_deus/1


  • Olá Amig/os/as/uinhos/as
assim vamos "brincando" na Casa-Museu João de Deus .venha fazer.nos companhia ,traga o seu filho/a e um amigo e outro e mais outro......quer apostar que todos vão gostar? nós adoraríamos tê.los a brincar connosco
um beijinho
Maria Gabriela Martins
Responsável pela Casa Museu João de Deus
Câmara Municipal de Silves
logo CMS hor
Telefone:             282330189      

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Friday, April 20, 2012

"Liberdade por nós" de Paula Gouveia e Ricardo Tomás
















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Sunday, March 25, 2012

2005.lugar dos desncontros ou os sítios da memória

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Friday, March 23, 2012

Dia Mundial do Teatro









………………………………………………………

Tel.: 244 839 672 |moinhodopapel@cm-leiria.pt

GPS: 39º44’25.50”N 8º48’03.80”W


28 QUA_ 10h30 e 15h00

Animação Infantil

“Mielo e Farelo” – Teatro de fantoches

Comemoração do Dia Mundial do Teatro

Até aos 12 anos: gratuito

Público em geral: 2,03€/1,01€

Público-alvo: Crianças e público em geral | inscrição prévia

Mínimo 10, máximo 25 participante




Como participação no DIA MUNDIAL DO TEATRO, publicamos um conto de

Miguel Franco

"Os Fantoches do Estroina"

figura que fazia parte do seu imaginário

enquanto escritor e dramaturgo


Era o meu sonho: ir ao Estroina! Um anseio gritante dentre os meus anseios de criança.
“Irás ao Estroina, deixa lá!”
E eu ia ao estroina a sonhar: uma grande cara vermelha, luzidia, toda envolta em clarões de alegria e sonoras gargalhadas, no
meio de fantoches, dos robertos que falavam, que corriam, que dançavam em rodas e rodas saltitantes…Inchavam-lhe as enormes bochechas a tocar uma corneta doirada e vermelha, atirada ao alto, estrondeando grandes sons que me enchiam os ouvidos infantis de um prazer vivo e maravilhoso.
Era a obsessão, a perdida paixão dos meus quatro anos: ir ver os fantoches à barraca do Estroina!
E um dia…
A feira voltara.
Só se falava nela e nos bonecos de barro, nas espingardas de lata, nas lindas bolas de cores variadas que desciam e subiam presas ao dedo por um elástico e nos fantoches do Estroina!
A minha mãe disse:”Amanhã vais ao Estroina, eu digo à Julita.”
Todos os minutos os respirei a pensar naquele instante glorioso.
De novo, a fulgurante corneta vermelha saiu de entre as bochechas pasmosas de força com que dotara o estroina do meu sonho e ouvi as vibrantes gargalhadas e alegrias.
Fui com a tal Julita. Era uma “grande” da minha rua.
Como foi longo o caminho! Ruas negras e compridas, com luzes muito brancas e pessoas que falavam; árvores e poças de água, muitas; e mais ruas se enfiavam a tardar-me o meu encontro, o meu encontro com o Estroina.
De mão agarrada à Julita, ia saltando e muito apressado, muito excitado a caminho do sonho.
No meio de um negrume viscoso, com raros pontos de luz, a Julita parou.
Parei ao lado dela. Olhei-a ansioso. A passos lentos, pusemo-nos à volta de uma barraca de madeira, toda fechada, muito escura e muito alta.
Era ali.
Com o punho fechado, a Julita foi bater umas tímidas pancadas nas tábuas negras.
Eu adivinhava, eu pressentia lá dentro grande fogo de alegria.
Sem notar de onde surgira, veio uma velha ao pé de nós, acachapada num xaile.
“Não é aqui a barraca dos fantoches?” – perguntámos.
Era.
Com a alma toda aberta, eu olhava e já estava começando a amar aquela pessoa, primeira aparição do mundo sonhado do meu Estroina, mas ela estava dizendo que não, que a porta se não abria, que não havia fantoches!...

Meti a barraca negra toda nos meus olhos.
A Julita puxou-me pela mão: “Vamos embora!”.
Fomos deixando a feira para trás. Qualquer coisa ia crescendo dentro de mim.
E a andar nos passos da Julita, perguntei-lhe porque é que não havia fantoches.
-“ Ela disse que o Estroina se enforcou…” respondeu a Julita.
A minha cabeça virou-se a olhar a barraca sumir-se na escuridão.
Julgo que sentia que apenas o Estroina estivesse melhor (qualquer mal lhe tinha acontecido!) lá voltaria eu pela mão da Julita.
Mas não. Cá dentro, muito no fundo do meu coração de criança,uma dor me dizia…que nunca mais veria o Estroina.

Miguel Franco
Leiria, 25 de Março de 1962

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Monday, March 19, 2012

Maria João Franco no Edifício do Banco de Portugal em Leiria

"no meu silêncio vejo-te em palavras"
Leiria/Portugal
BRIEF TRAVEL BYTHE WORK OF MARIA JOÃO FRANCO
It is not easy to speak of the work of Maria João Franco, even for those who think they know it in its essence. A work so pungent, abyss of ineffable truths, yells us through its forms part of the history of the world, containing the deepest lacerations of Sisyphean condemnation, tragedies that come from far, from the early days, I do not know where, revealing that life can be made and remade over and over, birth or rebirth, a work that is constructed and deconstructed until the sum of what really matters: a «you do not say, how much I'll find you» — unmistakable and basilar mark of the incessant human search for the possible.eternity.The work of Maria João Franco has a global abstract effect, however, it seems to interiorize some evidence of an academic erudition, denouncing unequivocally, from the outset, an escape from the initiation in order to run freely through an imagetic diversity of a plastic universe very own, shadowy and agonizing. On these canvas, however, Bacon seems to peek. Farreras also, but Maria Franco can do it without losing the basis of their own identity. This point of view attempts to explain the difficulty we usually have to separate the influences, links that are perennial but simultaneously move away (or mixed) by the individual life experience of a peculiar mind — symbiotic fruit, perhaps born between difference and similarity, reflecting on canvas, despite the inherent paradoxes, a telluric and strange force of an anthropomorphic nature. Even when the author represents the aged nudes over its untouched freshness.Maria João Franco can dissimulate, in a splendorous and unique way, fecundity, thus generating, through a plastic poetry, its own inexorable search, where semiotics persuades the spectator to look beyond its own solitude, beyond its own suffering. What our eyes tend to recognize in default, here is generally represented in opposition, witnessing a space which Maria João Franco fills in purity,.in.prayer,.in.intimacy.

Perhaps one day the world (re) know the remarkable talent of this Portuguese and universal artist and concede her the merited place, but, perhaps, only after a creation of a new world, after the noisy cities and false paradigms of our bloody civilization have been destroyed.

MIGUEL BAGANHA



OBRA ENQUANTO VIDA Foi numa espécie de silêncios ensurdecedores que Maria João Franco sobreviveu, emergiu várias vezes, e solta agora, ao expor mais uma vez, o seu grito de intransigência perante as «forças» que carreiram modos, modas, os autores e ordens em vigor, com frequentes violações do trabalho independente, para a constelação internacional, sucesso a termo, porque outras barreiras selectivas e obscuras existirão neste século.Desde longa data que Maria João Franco foi dando prioridade a um discurso matérico e de alguma violência, proferido entre uma abstracção de teor expressionista e a convocação rochosa do corpo humano — ou do corpo simplesmente. Passo a passo, o seu imaginário recebia impressões graves do exterior, da experiência exógena, acabando por devolver às mãos da pintora fragmentos amassados na devida maturação, coisas endógenas, reanimações poéticas da morte e da vida. Tais verdades interiores, sempre em transformação mas nunca em ruptura, contrariavam o terreno minado pela cultura urbana, formações espúrias, filiação nos concursos rápidos ou guerra dos prémios. Com a sua arte reaprendemos algumas versões de valor porventura romântico, até de raiz na memória dos clássicos problematizantes, a par de uma afirmação expressionista (da mesma mágoa) assente mo testemunho de outros renascimentos e no sentido da revolta. A manipulação do gesto, abarcando logo grande parte do campo, entra depois no domínio da pasta, matéria acumulada sobre esboços líquidos. Alguns dos quais parecem despontar propositadamente nas zonas onde a autora preferiu aderir à transparência e por vezes, quando acha necessário conter a catarse, a decisão de aplicar mansas velaturas sobre troncos antropomórficos duros, brutais, escultóricos. Essa aparente moderação lírica avança com um brilho baço sobre aquelas carnações decepadas, de largas texturas e aparência lítica.Esta busca, algo arriscada, passa por matérias e cores sobretudo acinzentadas, exprimindo de facto a pedra da escultura que evoca o corpo, é um trabalho quase contínuo, quase sisifiano, princípio e fim de um todo que também nos pertence, embora sempre nos escape.Anunciada assiduamente pela sua diversidade, o percurso coerente de Maria João Franco parece abalado, sem que as suas bases se ressintam, dado que esse ponto de vista implica diferença, a simbiose entre diferença e semelhança, o que, apesar de todos os paradoxos, confere uma força inusitada a estas massas onde algum fio de sangue aflora, e mesmo nos casos em que a autora representa (na boa memória académica) os nus falsamente envelhecidos na sua intocável frescura.A forma plástica, em Maria João Franco, recupera do espaço da memória, da própria dor, com obstinação, a ideia e a imagem do corpo, mesmo quando este não se aperta entre os limites do campo e se projecta gestualmente no espaço. A liberdade do fazer, no acesso a qualquer metodologia e materiais próprios, não isenta o formador de pensar quais as razões da sua luta, quais as razões do seu objectivo, o que implica a criação ou aceitação de limites ou regras. Maria João sabe perfeitamente essa condição, porque a condição sobra mesmo quando traída com talento. Neste caso, a pintora está sobretudo ao serviço de si mesma, legando a alguém, a verdade da obra ser um destino de vida.


ROCHA DE SOUSA _2010


_________________________________


Maria João Franco


www.mariajoaofranco.blogspot.com


franco.mariajoao@gmail.com


tm 919276762


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NELSON DIAS

Falar da pintura de Nelson Dias é tarefa difícil e apaixonante.Pintor de formação seriamente académica e digo seriamente porque não é fácil assumi- lo em dias que correm ,em épocas em que o fazer não evoca de todo o conhecimento, a capacidade e talento de quem o faz.Na sua multifacetada capacidade como artista e pedagogo, Nelson Dias conquistou sem esforço, nem disfarce, a apreciação de fruidores e alunos.A imensa e global tendência de interesses fez deste Artista uma dos maiores criativos portugueses do sec. XX.Como tal, e numa aventura marcadamente portuguesa, foi sempre contestado pelos “menores”, aqueles que sentem os seus efémeros pedestais constantemente ameaçados.É, por tudo isto que o MAC-Movimento Arte Contemporânea tem o orgulho maior em apresentar esta retrospectiva possível de parte da obra de Nelson Dias que merece de todos nós, de todas as áreas de actividade o maior respeito e esperamos, com toda a determinação e orgulho, ter levantado a ponta do véu que cobre esta obra de tanta ingratidão e silêncio.Nelson Dias deixou com o seu prematuro desaparecimento uma obra digna de ser reapreciada por quem de direito, por críticos e historiadores avisados e à sua altura e capacidade.

Lisboa ,2007-10-16


"
Foi das pessoas mais bem formadas e sensíveis que conheci.Um colega ,um Amigo e um Pintor.Irreparável a sua perda.
http://www.facebook.com/jose.mouga





Todas as Musas Ano 03 número 01 / Homenagem a Miguel Franco

Todas as Musas Ano 03 número 01 / Homenagem a Miguel Franco
Flávio Botton e Fernanda Verdasca editores

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Um homem sem medo não morre: homenagem a Miguel Franco

Um homem sem medo não morre: homenagem a Miguel Franco

Lucien Freud /auto retrato

Na morte de Lucien Freud /por Rocha de Sousa

Lucian Freud, nascido em Berlim, a 8 de Dezembro de 1922, Londres, 20 de Julho 2011, e é tido como um pintor e gravador britânico. O modo de formar que usava, num trabalho brilhante de acentuações, é bem mais germânico do que inglês.Para além das controvérsias, uma maioria de observadores considera este artista como génio. Numa época de NEGAÇÃO, em que tudo o mundo queria ocultar a realidade, autores como Lucian Freud colocam os nossos olhos diante da vida: beeza, fealdade, paixão, desamor, juventude. O seu avô Sigmund Freud psicoanalisou mediante a psiquiatria o seu neto, a face bem simétrica aos olhos.Lucian Freud aproximou-se da estética do surrealismo mas, durante os anos 50, mudou de registo, explorando a pintura de retratos, geralmente nus humanos. Filho de pais judeus, Ernst Ludwig Freud, arquitecto, e de Lucie Brasch, era, como vimos, neto de Sigmund Freu e irmão do escritor político Clement Raphael Freud e de Stephau Gabdol Freud.Frequentou e concluíu estudos de arte em duas brilhantes escolas inglesas. O seu trabalho terá recebido daí muitos ensinamentos técnicos e de atmosfera, mas os nus de corpo inteiro, patéticos, e os retratos surpreendentes, a começar por si mesmo, têm sintomas germânicos e sobretudo a força afirmativa dos sentimentos ou, em certos casos, os olhares imóveis de uma lembrança impossível.


Lucien Freud

Para acabar de vez com a leitura

Caros todos,cá estamos nós na terceira sessão do PARA ACABAR DE VEZ COM A LEITURA, desta vez dedicada a isso mesmo, à leitura, com o título Socorro! Onde está o meu livreiro?.Vai ser uma boa sessão, vou estar entre amigos, adivinha-se uma conversa descontraída com muitas surpresas e boa disposição. Quero-vos todos lá, onde vamos falar disto:
“No metro, nos correios, junto da banca das couves no supermercado, ele é ver livros brotar dos recantos mais insuspeitos e, estranheza maior, leitores que chegam ao balcão dos correios empunhando contas de electricidade e sérios tomos de auto-ajuda.Restam poucas dúvidas de que pisámos, aqui, uma linha limítrofe. Mas limítrofe de quê? Que princípios culturais são estes que regem a compra e venda de livros? As vendas tomaram de assalto a indústria do livro e o leitor foi elevado à condição de consumidor. A quantos de nós, leitores, nos perguntaram editores, livreiros ou autores, o que gostaríamos de ler? Será que nos revemos verdadeiramente nos escaparates atolados de novidades ou que as nossas escolhas estão, hoje, mais condicionadas que nunca pela abundância de oferta e ausência de aconselhamento? Onde está o meu livreiro? Quem é o meu editor? Por que comprei este livro?”
Convidados: Ricardo Ribeiro, Joaquim Gonçalves, Pedro Vieira, Luís Guerra
Moderação: Rosa Azevedo
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