quem somos

QUEM SOMOS







O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.

Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.


Direcção e coordenação: Maria João Franco.
https://www.facebook.com/mariajoaofranco.obra
contactos:
franco.mariajoao@gmail.com
+351 919276762


Tuesday, April 21, 2009

Sara Franco _ Galeria Bernardo Marques

CRASH

Sara Franco®
Galeria Bernardo Marques
Rua D.Pedro V, 81 Lisboa
inaugura a 7 de Maio pelas 19h00



Sara Franco Colisão entre a Arte Urbana e a Tela

Sara Franco pinta como age na vida real, de forma impulsiva. Uma necessidade premente de expulsar a criatividade que fermenta no seu interior, transformando a tela num palco experimental. A cidade e todo o ambiente urbano a ela associado é uma grande fonte de inspiração para a artista. A sua arte não é consciente, flui naturalmente e faz parte da sua essência. Todas as suas obras estão interligadas com as suas vivências, com a relação que tem com a urbe e com a forma como vai captando o seu dia a dia através do ruído e da publicidade em redor, usando toda a simbologia da cidade, como os candeeiros, a rua, o ambiente, fachadas de azulejos e de prédios. Num permanente "work in progress" a artista vagueia nas ruas pensando em todo o material ao qual poderá recorrer para desenvolver mais um trabalho. Passa e rasga cartazes da parede pensando na obra seguinte, num intuitivo processo de criação revelador da sua espontaneidade. Trata-se de uma colisão entre a arte urbana e a tela, como se de um quadro emergisse Lisboa. Nos seus trabalhos conseguimos sentir a raiva, a emoção, o rock, o cinema, num explodir de algo em expressões máximas de sensações contidas que se transformam em fortes imagens provenientes do seu inconsciente artístico. A ilustração também faz parte do seu portfólio, mas é na pintura que encontra o êxtase, dada a relação mais imediata com as telas. Inicialmente a artista sentia-se presa aos materiais e à definição da forma, mas descobriu novas potencialidades no sprav que utiliza com regularidade. Fazendo da pintura um laboratório de materiais não fica estanque numa determinada técnica e pinta por cima das telas, acabando por criar relevos e fundos, bem como novas formas. Neste frenesi de materiais e técnicas vai explorando o gesso acrílico, tinta acrílica, lixo e cartões como se reflectisse o lixo urbano na tela. São obras portadoras de tensão no seu interior e são infindáveis as referências que conseguimos encontrar, num divagar entre a arte pop, o dada e a colagem. Adicionamos um pouco de expressionismo e figurativismo e desvendamos uma mistura entre Raushenberg, Basquiat e Pollock. Sara Franco sempre viveu no seio da arte, os pais eram pintores e a partir daí tudo fluiu como consequência natural. Formou-se em pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa e desde cedo que o desenho e a pintura começaram a fazer parte do seu mundo e foi através das áreas de ilustração e design que começou a desenvolver diversas técnicas. Se a sua arte fosse música seria rock, um rock frenético, impulsivo e contagiante que nos faz dançar ao som da sua sofreguidão expressiva.
Elsa Garcia

Friday, April 10, 2009

Páscoa Feliz!


Wednesday, February 18, 2009

Miguel Franco : o homem e a obra

O Casamarela 5B presta
homenagem a MIGUEL FRANCO
no 21º aniversário do seu falecimento.
Na imagem , ao centro , Miguel Franco numa cena de "O crime de aldeia velha" realizado por Manuel Guimarães sobre obra homónima de Bernardo Santareno.

Sunday, February 1, 2009

Instituto Cultural Romeno concede Título Honorário "AMICUS ROMANIAE"


Álvaro Lobato de Faria, director coordenador do MAC-Movimento Arte Contemporânea , director honorário desta publicação , vai receber o título honorário "Amicus Romaniae" atribuido pelo Instituto Cultural Romeno.
Várias outras personalidades da cultura portuguesa vão ser distinguidas com mesmo título pelas várias áreas de colaboração com aquela prestigiante institução estrangeira.
Passamos a trancrever a mensagem do ICRL:
CERIMÓNIA DE ENTREGA
DOS TITULOS HONORÁRIOS «AMICUS ROMANIAE»
INSTITUTO CULTURAL ROMENO EM LISBOA
19 DE FEVEREIRO DE 2009, 19H00


ÁLVARO LOBATO DE FARIA
Director coordenador do MAC (Movimento Arte Contemporânea)

LAURO MOREIRA
Embaixador do Brasil junto à CPLP

BIGOTTE CHORÃO
Crítico e ensaísta, membro do Instituto de Filosofia Luso-Brasileiro,
Sócio efectivo da Academia de Ciência de Lisboa

LAURE BOURDAROT
Directora do IFP (Instituto Franco-Português)

DANIEL PERDIGÃO
Perito nas relações luso-romenas

ANABELA MARTINS BAPTISTA
Responsável pela Programação Cultural – Palácio Foz

ANDREA LUPI
Realizadora de programas da Antena 2

MIGUEL VALVERDE
Director do Festival IndieLisboa

FERNANDO DE COUTO E SANTOS
Ensaísta e investigador da literatura romena

RODRIGUEZ VAZ
Crítico de Artes Plásticas e promotor cultural

JOÃO PAULO ESTEVES DA SILVA
Músico

JORGE SENA LOPES
Director da Editora «Guerra e Paz»

ANTÓNIO RAMALHEIRA
Apoiante fervente das relações luso-romenas

JEAN-PAUL LEFEVRE
Adido Cultural da França em Portugal (Instituto Franco-Português)

GASPAR DÍAZ
Ministro Plenipotenciário, Adido Cultural da Espanha em Portugal

O Casamarela 5B felicita o Dr. Álvaro Lobato de Faria por mais este Título Honorário, bem como o Instituto Cultural Romeno de Lisboa,assim como todas as personalidades a quem vai ser atribuido, por aquela instituição cultural, tão honroso título.

Wednesday, January 21, 2009

Homenagem a Nelson Dias

Nelson Dias em frente a Faculdade de Belas Artes de Lisboa
1989

No 15º aniversário do seu desaparecimento, publicamos o significativo texto com que o Prof. Escultor João Duarte apresentou a exposição “Formas de Existir” de Nelson Dias no MAC-Movimento Arte Contemporânea, em Lisboa

Numa conjuntura cultural como a nossa, onde os picos de visibilidade pública das Artes Plásticas tendem, infelizmente, a afirmar-se em exclusivo mediante acontecimentos eminentemente gratuitos, conviria perguntar, quinze anos passados, onde está o pintor Nelson Dias?
Um dos aspectos em que é mais notório o défice histórico do meio artístico português é a carência de exposições individuais e retrospectivas representativas de nomes consagrados da história recente da arte moderna portuguesa.
Pouco usual entre nós que um artista, após a sua morte, seja homenageado por uma galeria, como na presente acontece, ou seja: uma mostra da obra feita, uma consciência da inserção do artista no tempo, e do tempo decorrido, uma qualificação ao seu nível de arte, da sua independência com maioridade estética.
Mais do que uma homenagem, esta exposição vai funcionar para muita gente como o encontrar formas de permitir e incentivar a fruição da arte. É falar de cultura, de a fazer assumir o seu papel interveniente e transformador de mentalidades, de a tornar acessível a um, cada vez maior, número de pessoas.
Tratando-se de Nelson Dias, para quem como eu e outros seus amigos que tiveram a honra de assistir e estar de perto da sua mestria de fazer e de ensinar, com a autoridade que só é consentida àqueles que são naturalmente mestres, ele dedicou muito de si ao desenho e à pintura, a esse trabalho árduo, exigente e por isso mesmo generoso, de transmitir ensinamentos, de formar gente.
E muitíssimo se lhe deve nessa prestigiosa tarefa.
A sua acção no âmbito do desenho e seu ensino deve ser merecidamente lembrada, pois seguramente foi uma das figuras, fascinante e polémica, que até hoje sobreviveu à nossa Escola.
Sendo, quanto a mim, desnecessário falar dos seus variados trabalhos, dado que a sua obra fala por si, ele foi um homem que tinha uma inquietação espiritual, uma grande capacidade criativa, uma enorme sólida formação cultural e filosófica, aliada a uma postura de acção.
O ensino artístico, e especialmente o ensino do desenho e da pintura na ESBAL ficaram mais pobres, estando todos os docentes agradecidos pela sua acção exemplar.
No patamar da vida, que é um privilégio dos homens invulgares, sobretudo nos artistas cuja vida verdadeira talvez comece quando o seu corpo vai para baixo da terra, reduzido a pó, Nelson Dias está vivo na sua obra, na História de Arte Portuguesa, no coração e na memória dos seus muitos amigos.
Até já amigo!
João Duarte, Outubro de 2007

Tuesday, January 20, 2009

António Canau ||| exposição



A exposição abrange um período de 26 anos, de 1982 a 2008.
Inaugura a 24 de janeiro de 2009 na Galeria Maria Cristina Correia , Azambuja,
às 17.30h na Galeria da Biblioteca Municipal daAzambuja
e às 18.30h no Espaço Multiusos do Centro Cultural - Páteo Valverde.
A exposição abrange um período de 26 anos, de 1982 a 2008 sendo composta por 25 medalhas/objecto 2 moedas, 48 esculturas, 143 desenhos, 89 gravuras e 31 fotografias.

Thursday, January 15, 2009

algo de novo a ocidente ? (2)


Hernández Pijuan, Joan
Barcelona, 1931 - 2005



"Pintor y grabador español. Estudia en la Escuela de Bellas Artes de Barcelona entre 1952 y 1956. Después de participar en la fundación del grupo Silex se va a París, lo que le permite conocer el informalismo francés. Su obra, que comienza dentro del expresionismo, pronto evoluciona hacia planteamientos cercanos al action painting
con una paleta limitada al blanco y negro característica del informalismo español. En los años sesenta se contagia del enfriamiento generalizado que sufre el arte de esta década con una pintura de superficies vacías donde predominan elementos geométricos. Posteriormente la naturaleza muerta y el paisaje se trasladan al lienzo, bien sobre espacios milimetrados o sobre superficies monocromáticas. A partir de los años ochenta abandona la pincelada minuciosa por una pintura más vinculada a la gestualidad del trazo en temas que continúan inspirándose en la naturaleza (plantas, flores, cipreses...) y otros que giran en torno al tema de la casa. Compagina su activad creadora con la docencia y el asesoramiento artístico en instituciones como la Fundación Joan Miró y la Caixa de Barcelona.

Muere una gran figura de la pintura y el grabado catalán Barcelona, 29/12/05

A través de la pintura Madrid, 20/11/02

El sentimiento transformado en espacio Cuenca, 18/01/08

El paisaje de la mente" Joan Hernández Pijuan. Volviendo a un lugar conocido 1972-2002". Barcelona, hasta el 23/03/03

Amnistía Internacional abre una subasta solidaria de arte Madrid, 23/06/06 "



  • in boletim digital masdearte.com /nº312